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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Meu maior erro em Concurso Público

Quando se tem o sonho de conquistar uma carreira pública, se dedicar com afinco é fundamental, afinal, as escolhas tomadas nos momentos de estudo, que antecedem o grande dia da prova, são cruciais para o sucesso, ou não, da sua preparação. 

Não é nada agradável a sensação de saber que poderia ter ido melhor em uma ou outra questão, se tivesse estudado mais determinada matéria ou dado a devida atenção a um assunto que você concluiu que não precisava estudar, porque não caiu nos últimos concursos.

A verdade é que se capacitar para prestar um concurso público implica muito empenho e dedicação ao edital como um tudo. Quem estuda com determinação e deseja passar de fato não aceita correr riscos ou pegar atalhos, afinal, ver tempos incontáveis de esforço indo por água abaixo por uma escolha embasada em suposições e preguiça de cobrir todo o edital é o pior fracasso ao qual um candidato pode ser submetido. Como superar o famoso “e se” eu tivesse estudado esse item que deixei para trás? 

Quer saber mais sobre essa experiência e como superá-la? Então, assista ao vídeo no qual o  fundador do QualConcurso, Victor Maia, relata a experiência equivocada de deixar de lado itens  julgados menos relevantes do edital do concurso da Câmara dos Deputados. 




Abreviar os estudos significa abreviar as chances de passar e você não quer isso, quer?

www.qualconcurso.com.br

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Parentes se unem nos estudos para alcançar o sonho de ingressar no serviço público

Mais do que um incentivo para estudar para concursos, a crise econômica está contribuindo para aproximar familiares em torno de um objetivo comum: conseguir o sonhado ingresso no serviço público. Pais e filhos, tios e sobrinhos estão tendo no aprendizado conjunto o reforço necessário para fixar o conteúdo obtido em sala de aula ou mesmo em casa. Em muitos casos, a busca por uma vaga no funcionalismo costuma deixar candidatos tão ansiosos que, para se concentrar, acabam se afastando de amigos e da própria família. Fazer exercícios com parentes ajuda a romper esse isolamento. E, assim como nos estudos em grupo entre colegas e amigos, contribui para a assimilação das disciplinas.
Estudar em família com o QualConcurso fica mais fácil

Para a estudante Andressa Domingues, 21 anos, estudar com o pai, o servidor público Nilson Santos, 55, é um fator de equilíbrio emocional. “A presença dele por perto me ajuda a conter um pouco o estresse”, diz ela. Para Nilson, o método favorece a troca de estímulos. “É gratificante, para ambos, ver o esforço do outro nos estudos. Como convivemos no dia a dia, sabemos das nossas dificuldades, e o objetivo comum nos fortalece”, afirma.
O arrocho no orçamento familiar foi um dos principais motivos de Santos para voltar a estudar. Funcionário da Secretaria de Educação, Cultura e Esportes de Goiás, Santos diz que a estabilidade que tem como servidor não é mais motivo de satisfação. “Está tudo muito caro, e parece que a tendência é só piorar. Fui a um posto de combustíveis nesta semana e o frentista disse que a gasolina poderá ser reajustada até o fim do ano. Desse jeito, não tem bolso que aguente”, lamenta. Formada em letras desde o mês passado, Andressa perdeu o interesse pelo último emprego.“Larguei um trabalho com carteira assinada no fim de 2014 porque não conseguia vislumbrar progressão ou melhoria de salário”, afirma.
Desafio
Professor de educação física em um colégio do Novo Gama (GO), as dificuldades de Nilson Santos vão além do pouco tempo de estudo. “A última vez que frequentei um cursinho preparatório foi em 1992. Naquela época, estava com a cabeça mais arejada, e era mais fácil absorver os conteúdos das matérias. Voltar a mergulhar nos livros agora é um grande desafio”, constata. Como só têm os fins de semana para estudar, ele e a filha usam o tempo disponível, principalmente, para realizar exercícios. “Acho que eu o ajudo a tirar dúvidas, e ele me auxilia a ser mais atenciosa a detalhes que, às vezes, passam despercebidos”, diz Andressa. Como tem mais tempo para estudar, ela diz que procura ser paciente para acompanhar o ritmo de aprendizado do pai.
Dificuldades
Com a margem de lucro apertada, o comerciante Cleidiomar Martins, 40 anos, decidiu prestar o concurso do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de olho nos salários de R$ 5.259,87 para técnico, e de R$ 7.869,09 para analista. “Se passar, vou ficar indeciso. O pensamento de todo empresário é de vencer desafios. A estabilidade, no entanto, certamente pesaria na balança”, diz ele, que estuda com o sobrinho Pedro Marcos Martins, 18.
Apesar de irem às aulas do cursinho juntos, Pedro revela que o tio embarcou nos estudos mais para incentivá-lo. “Vamos à biblioteca e resolvemos questões juntos, mas ele vai mais para me motivar. Ele me ajuda dando dicas e me encoraja a estudar todos os dias”, diz ele, que está concluindo o ensino médio. “Meu sonho é passar em um concurso, pagar meu próprio curso de direito e, um dia, ser procurador.”
Disciplina é fundamental
O estudo em família tem suas vantagens, desde que os envolvidos tenham empatia e uma relação de sociabilidade, observa Mário César Ferreira, professor do Departamento de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB), especialista em psicologia do trabalho. “Tendencialmente, do ponto de vista mais geral, os vínculos existentes entre os membros de um grupo podem ser facilitadores do processo do aprendizado. Estudar em família pode ser positivo, desde que sejam observados alguns critérios”, destaca. 
Segundo Ferreira, o resultado pode ser negativo se o excesso de intimidade e de convivência começar a prejudicar a seriedade do trabalho. “Estudar em grupo nada mais é do que trabalhar em grupo. Para fazer isso, é preciso ter regras, rotina, pontualidade, disciplina e proatividade. É necessário ter os ingredientes típicos de um ambiente de trabalho profissional”, explica.
Sem planejamento e método, reforça o professor, o estudo em família pode comprometer os resultados. “Estudar em família ou em grupo não é apenas dividir o mesmo ambiente. Para que o estudo seja otimizado e tenha eficácia, é preciso que se faça um planejamento entre os familiares, ainda que o tempo disponível de cada um deles seja apenas o fim de semana”, ressalta o professor.
Diferenças
"Além disso, os integrantes do grupo precisam respeitar o processo pessoal de cada um na assimilação dos conhecimentos. As pessoas têm modos diferentes de guardar e organizar as informações. Essa personalização é fundamental”, reforça Ferreira.
A diferença no grau de preparação é, normalmente, o principal obstáculo em situações que reúnem pessoas com tempos de estudo desiguais. No entanto, as dificuldades podem ser contornadas.
Dicas de especialistas
É importante ter paciência. Passar em um concurso exige tempo de estudo. Poucos são os candidatos que conseguem a aprovação “de um dia para o outro”.
- Conheça a banca examinadora. Faça leituras estratégicas e reforce os conteúdos que mais costumam ser cobrados nas provas. Consulte obras de professores com estatísticas sobre os temas mais abordados.
- Faça e refaça exercícios e provas anteriores do órgão almejado, mesmo que de bancas diferentes. Ter apenas conhecimento do conteúdo teórico não é garantia de aprovação. O QualConcurso disponibiliza questões gratuitas para serem resolvidas, além de planos com Simulados adaptativos, por meio dos quais as questões são apresentadas por nível de dificuldade e este aumenta ou diminui de acordo com osacertos e erros do candidato.
- Elabore um bom plano de estudos. Isso garantirá um aprendizado melhor do conteúdo e não apenas o decoreba. Crie um roteiro que permita a alternância de disciplinas para não fatigar a mente. Ao aderir a um dos planos do QualConcurso, o candidato conta  com a distribuição do tempo disponível para estudar pelas disciplinas do concurso para o qual o está se preparando, levando em consideração tanto a relevância da disciplina no edital (número de questões e peso) quanto a proficiência dele, medida nos Simulados, em cada uma delas.
  • Cuide do corpo e da mente. Atividades físicas e alimentação saudável podem contribuir para um melhor poder de concentração.
  • Defina seu objetivo. Fazer todos os concursos que saem não é a melhor estratégia para entrar no serviço público. É necessário reconhecer as aptidões e focar em carreiras mais adequadas ao próprio perfil. O QualConcurso, com base na proficiência do candidato nos Simulados que disponibiliza, indica os concursos que ele tem mais chances de passar.
  • Os candidatos que têm menos tempo para estudo devem priorizar, principalmente, as matérias com maior peso. Vale a pena usar a área de Controle de Estudos do QualConcurso que organiza as matérias que devem ser priorizadas com base nas informações fornecidas pelo próprio candidato.
  • É superando as dificuldades que o candidato conseguirá uma vaga no funcionalismo. Candidatos devem focar nas matérias em que têm mais dificuldade. 
  • Estudar junto pressupõe empatia entre os membros de um grupo, sejam eles familiares ou não. Por isso, é importante ter um vínculo positivo com os parceiros de estudo.
  • Estabeleça um planejamento das atividades em dupla ou grupo. Trace um cronograma, com encontros regulares, em dias e horários pré-determinados.


segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Descoberto o Santo Graal dos Concursos

O Santo Graal é uma lenda que atribui poderes divinos a um cálice sagrado que teria sido usado por Jesus na última ceia. Um objeto divino, dotado de poderes miraculosos e capaz de diminuir a distância entre Deus e os homens. O "Santo Graal" dos Concursos é o atalho entre o candidato e a aprovação.

Descoberto o Santo Graal dos Concursos #sqn

Existem vários "gurus" que advogam terem descoberto o "Santo Graal" dos Concursos. Entre eles, está em voga ultimamente o "Edital Sintetizado". 

Nessa metodologia milagrosa, a aprovação seria encurtada com a possibilidade de estudar apenas 50% do edital. Demonstraremos aqui que quem seguir essa estratégia na realidade diminuirá suas chances de aprovação.


Primeiramente, os defensores daquele tipo Edital partem da premissa de que é preciso ter o foco em um, e somente um, cargo e em uma, e somente uma, banca. Como alternativa à "fazer todos os concursos".


Trata-se de uma falácia lógica que descreve uma situação na qual dois pontos de vista alternativos opostos são colocados como  as únicas opções, quando na realidade existem outras opções que não foram consideradas.


Por exemplo, mais indicado é focar em uma área, como a fiscal. Assim, quando se estuda o "núcleo duro" da área, a preparação se dá para vários concursos. Já mostramos antes como isso aumenta sua chance de aprovação. 


Em segundo lugar, estudar um fração do edital é uma aposta. E uma aposta em que a "banca" tem mais chances de ganhar que você. Trata-se de uma má interpretação do princípio de Pareto. Mesmo que a distribuição de assuntos tivesse uma probabilidade previsível, dedicar-se exclusivamente aos mais recorrentes reduziria a sua chance de aprovação 20%, em média. A diminuição é ainda maior para candidatos mais proficientes (aqueles com maior chance de aprovação).


Isso ocorre em função da concavidade da "curva" de aprendizado. O esforço para aprender os primeiros x% de uma disciplina é desproporcionalmente inferior ao trabalho de aprender os próximos x%. Então se você dobra o estudo da metade do edital, aprende MUITO menos que o dobro, e ainda corre o risco de errar questões triviais das "caudas" do edital.


Desconfie de "métodos" com propostas mirabolantes. Esse tema já foi debatido anteriormente no texto O Segredo Proibido dos Concursos


Passar em concurso é uma tarefa árdua. Tenha em mente que o que funciona é meta, planejamento, estudo e simulados. É um caminho duro, mas compensador, rumo à aprovação!


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terça-feira, 21 de julho de 2015

Registrar seus objetivos pode ajudar a alcançá-los

Um estudo realizado na Universidade de Toronto, que acompanhou 700 estudantes durante dois anos, concluiu que o registro dos nossos objetivos é mais relevante do que podemos imaginar. A pesquisa propôs que eles pensassem em suas vidas, especialmente nos momentos que ajudaram a moldar as pessoas que eles se tornaram. Depois, eles deveriam usar essas memórias para escrever metas que os ajudassem a alcançar seus objetivos.

Realize seu sonho


Devido ao fato de os voluntários serem estudantes, a maior parte dos objetivos deles envolvia concluir a faculdade. No final do período do estudo, os resultados mostraram que aqueles que definiram metas baseadas naquele objetivo obtiveram melhores notas. 

Em concurso público também é assim. Apesar de um caminho de muita dedicação a ser percorrido, quando você define que seu objetivo de passar e os passos até atingi-lo, uma história de sucesso começa a surgir.

Por exemplo, já experimentou medir quanto tempo você passa efetivamente estudando? Se não, ao estabelecer essa meta, ficará assustado com a quantidade de tempo que pode estar desperdiçando com pausas para atender ao telefone, checar e-mails e navegar pelas suas redes sociais, por exemplo. Lembre-se: o que não pode ser medido, não pode ser melhorado. Só o fato de medir o seu estudo comprovadamente aumenta o seu rendimento.

Conte com o QualConcurso para ajudá-lo a organizar o tempo que você tem disponível. Temos um Controle que divide o seu tempo de estudo de acordo com as disciplinas do concurso que você está se preparando. Levamos em consideração tanto a relevância da disciplina no edital (número de questões e peso) quanto o seu desempenho em cada uma delas. A partir daí, outra meta pode ser definida: o desenvolvimento de tarefas diárias, que encaminhamos para você de forma cíclica e adaptativa, ou seja, conforme você avança, novas rotinas de estudo são lançadas de forma customizada. No começo, o sistema estabelece uma meta realizável de estudo, para que você não fique ansioso. A medida que você for cumprindo suas tarefas, as metas gradativamente ficam mais ambiciosas, para que você continue evoluindo  e alcance o seu objetivo maior!


sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

10 regras do bom ou mau estudo

10 regras do bom estudo

1) Recorde-se
Quando acabar de ler uma página, veja se entendeu as principais ideias. Destaque o mínimo, e nunca destaque nada que não consiga se lembrar antes. Tente recordar das principais ideias quando retornar a sala, ou ao ambiente onde estuda. A habilidade de recordar - de tirar as ideias de dentro de si - é um dos principais indicadores de bom aprendizado.



2) Teste-se
Em tudo, o tempo todo. Simulados são seus amigos! Acesse: www.qualconcurso.com.br



3) Quebre as questões em partes menores
Segmentar é entender o problema de forma que a solução venha a mente. Depois de responder uma questão, ensaie mentalmente a solução.  Garanta que consegue refazer cada um dos passos necessários para resolvê-lo. 



4) Estude em ciclos
Espalhe o seu estudo de cada disciplina em ciclos, como um atleta. O cérebro funciona como um músculo - pode lidar com uma quantidade limitada de um tipo de exercício por vez. 



5) Alterne diferentes técnicas de estudo
Teoria, questões objetivas, discursivas, resumos, etc. Nunca fique muito tempo na mesma técnica. Misturá-las é um potente catalizador do aprendizado. 



6) Descanse
É comum não entender um conceito na primeira leitura. Por isso que um pouco de estudo diariamente é bem melhor que estudar tudo de uma vez. Quando não conseguir entender ou resolver algo, descanse. Assim sua mente pode trabalhar na solução em segundo plano.



7) Para aprender, pense que precisa ensinar
Sempre que tiver dificuldade com um conceito, pense em como o explicaria de forma que até uma criança entenderia. Usar analogias ajuda muito. Por exemplo, para lembrar o número de Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), pense em "Somos um Time de Futebol". Nunca mais esquecerá que o STF possui 11 Ministros!



8) Foco
Evite distrações quando for estudar: desligue seu celular e coloque o computador no silencioso. Tenha um horário fixo e limitado para responder emails e entrar em redes sociais. 



9) Primeiro a obrigação
Reserve um tempo para o lazer, mas cumpra suas obrigações antes. Se for estudar mais de uma disciplina, comece pela que tem mais dificuldade.



10) Imagine a vitória
Tenha próximo ao seu local de estudo uma imagem ou mensagem que te lembre como sua vida mudará quando for aprovado. Pense na estabilidade, na boa remuneração, nas boas condições de trabalho, no bem que fará a sociedade e na vida que proporcionará a sua família. Isso te dará motivação para continuar.



10 regras do mau estudo


Esqueça essa técnicas - são um desperdício de tempo mesmo que você se engane que está aprendendo!

1) Releitura passiva
Sentar-se passivamente passando os olhos pelas páginas é inútil. A não ser que você perceba que a matéria está indo para o cérebro ao relembrar as ideias principais, ler novamente é perda de tempo.

2) Grifos excessivos
Marcar o texto pode fazer você pensar que está aprendendo, mas você não faz nada mais que mexer um pouco as suas mãos. Um pouco de destaque é bom, algumas vezes é importante para destacar ideias principais. Mas se você quer aprender, garanta que seus grifos também estão indo para sua cabeça.

3) Ver as respostas e assumir que entendeu
Esse é um dos piores erros cometidos pelos estudantes. Você deve ser capaz de resolver o problema passo a passo sem consulta.

4) Estudar de última hora
Seu cérebro é como um músculo. Ninguém corre uma maratona do dia para a noite apenas com força de vontade. É preciso treinamento gradativo.

5) Resolver os mesmos tipos de exercício
É tentador continuar resolvendo questões do tipo que você acerta sempre, mas você está se enganando. É necessário conhecer todas as formas que a banca aborda o assunto. Você só está realmente proficiente em um assunto quando consegue dissertar sobre ele.

6) Transformar estudos em grupo em bate-papo
Conferir o gabarito ou fazer perguntas um ao outro pode ser útil, mas se a diversão começa antes do dever estar cumprido, você está desperdiçando tempo precioso.

7) Não estudar teoria antes de fazer exercícios
Você entraria no mar antes de saber nadar? Os exercícios mostram o conhecimento concreto que você precisa, mas não adianta muito fazê-los sem ter o mínimo de conhecimento teórico.

8) Não tirar dúvidas
Existem três tipos de alunos: os que não entenderam nada, os com dúvida,  e os mentirosos. Não siga adiante com uma dúvida conceitual. Provavelmente você terá dificuldade com o resto da disciplina.

9) Pensar que pode aprender quando está distraído
Cada olhadinha no Wazzup significa menos capacidade cerebral para aprender. As distrações destroem as raízes das sinapses cerebrais antes que elas consigam crescer.

10) Não dormir o suficiente
Ao dormir, o cérebro organiza a informação que você estudou. Ao mesmo tempo se livra das toxinas que dificultam a concentração. Se você não dorme direito, nada mais faz diferença.






 







sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Como organizar a rotina de estudos para um concurso público? Veja dicas

Tempo de estudo
O internauta Francisco Alexsandro tem dúvidas sobre como organizar a rotina de estudo. "Estudo todo o conteúdo da disciplina ou grande parte dela por dia? Estabeleço um dia específico da semana para estudar um item da disciplina em questão? Como fazer uma boa revisão antes da prova?"
O recomendável é reservar um dia ou um turno de estudo para cada disciplina e, neste período, estudar o que for possível, seguindo o conteúdo. "Quando acabar o horário de estudo, você anota onde parou para poder retomar daquele ponto no próximo turno da mesma matéria".
Sugere-se que o candidato estude todas as matérias em paralelo, distribuindo-as pelos turnos da semana ou da quinzena.



Revisão de conteúdo

Todas as noites, a internauta Valéria Campos faz um resumo com os exercícios estudados. "De quanto em quanto tempo eu preciso retornar a esse resumo e revisar os conteúdos? Seria bom se eu reservasse um dia da semana? Como os assuntos são cumulativos, vai chegar uma hora em que eu vou gastar mais tempo revisando do que estudando novos conteúdos", questiona.

As revisões durante o estudo devem ser periódicas e gradativasde acordo com o tamanho dos pontos e da facilidade em cada matéria.
"Por exemplo: você estuda os pontos 1 ao 4, preparando um bom material e faz uma revisão. Segue até o tópico 8 e revisa do 5 ao 8. Vai até o 12, revisa do 9 ao 12 e depois tudo o que estudou até ali (do 1 ao 12). Assim vai até o fim da disciplina, com revisões periódicas. Quando chegar ao fim, deve fazer uma revisão geral".
Recomenda-se uma revisão completa uma vez por mês. "As revisões devem ser cada vez mais rápidas, porque o seu material estará mais objetivo e você terá mais conhecimento na matéria. Eu faço a mesma recomendação de usar fichas-resumo em vez de resumo. Lembre que, antes da prova, você vai precisar revisar todas as matérias em pouco tempo".

Resolvendo os exercícios

"Qual é a melhor forma de resolver exercícios para concursos? Posso responder a questão olhando pela teoria ou é melhor responder somente com o meu conhecimento e depois olhar se está correto ou não?", questiona a internauta Renata.

"No início do estudo, o exercício é para ajudar a compreensão e fixação do conteúdo. Por isso, não há problema em consultar a teoria – é até indicado. Quando você já se sentir mais segura, aí é interessante fazer isso sem consulta, para verificar se aprendeu".
Mais para frente, é importante resolver provas de concursos anteriores – desta vez sem consulta –, para checar o desempenho em cada disciplina e conseguir superar dificuldades antes do concurso.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Ranking do QualConcurso

Façamos uma analogia entre um concursista e um doente. Imagine que você esteja doente. Tudo o que você deseja é a cura (ser aprovado). Naturalmente, quanto antes melhor! 



O doente precisa de diagnóstico. Isso o QualConcurso oferece para o candidato. Dizemos as disciplinas em que ele está mais fraco. Mas isso é o que os exames médicos podem fazer pelo paciente. A grande pergunta é: “qual o melhor tratamento?”.

No caso do concursistas, as perguntas são várias:
Quais são as melhores maneiras de aprender? (livro, pdf., vídeo, exercícios, aula presencial)
Quais são os melhores professores?
Quais são os melhores cursinhos?

Nesse contexto, criamos o Ranking do QualConcurso. Nós medimos, com base nos dados transmitidos pelos próprios usuários do site, o que leva o candidato ao serviço público à aprovação da forma mais eficiente e eficaz. Ou seja, quais métodos de estudo, orientadores, instituições, entre outros fatores, refletem melhorias, da forma mais ágil, no desempenho (mensurado nos simulados) de quem utiliza o Qual Concurso.  

A abordagem é 100% quantitativa! Nenhum professor, site especializado ou cursinho será beneficiado. Não haverá votação ou qualquer outro critério subjetivo. A lisura do Ranking poderá ser atestada por auditoria independente.

A corrida vai começar. O vencedor será sempre o aluno, que terá acesso aos materiais mais competitivos na sua jornada.

domingo, 30 de março de 2014

Representação Gráfica do Concurso e da Preparação do Candidato

Este post poderia ter um outro nome: "O Diagrama de Venn do Concurso Público."



O Diagrama de Venn é aquele diagrama que aprendemos no ensino fundamental sobre a Teoria de Conjuntos com conceitos de União e Interseção de conjuntos, bastante cobrados nas provas de Raciocínio Lógico.


Figura 1 - Conjunto Universo de Conhecimento e Delimitação do Edital


Figura 2 - Preparação mais comum
Figura 3 - Comparação da Prova com a Preparação Comum


Notável, também, é a grande quantidade de conteúdo previsto no edital, estudado pelo aluno (dentro da elipse vermelha) e que não foi avaliada na prova. Este fato faz emergir duas questões importantes: 

1) É possível diminuir a região dentro da elipse vermelha que não foi avaliada na prova? Ou seja, estudar menos assuntos que não serão cobrados na prova? e 

2) É possível diminuir a região da elipse azul não coberta pela elipse vermelha (Preparação do Candidato)? Ou seja, diminuir os assuntos cobrados na prova e não estudados pelo candidato?

O restante do texto apresenta uma resposta para estas perguntas.

Considere a Alternativa 1 apresentada na Figura 4. Esta alternativa é impraticável pois o conteúdo dos editais é muito grande e evolui constantemente, por exemplo, nas disciplinas de Direito a jurisprudência, novas leis e emendas constitucionais são fonte de questões inéditas. Na disciplina de Noções de Informática conceitos novos como Redes Sociais, Cloud Computing (Computação na Nuvem) vêm tomando o espaço de assuntos mais antigos como Intranet e Correio Eletrônico, os novos Navegadores (Chrome e Firefox) vem tomando o espaço do Internet Explorer no Mercado Corporativo e nos concursos, o Windows XP foi substituído pelo Windows 7 nos órgãos públicos e também nas questões de prova. Ou seja, nada mais natural que uma mudança social, legislativa ou corporativa se reflita nas provas e seleções. 

Figura 4 - Alternativa 1: Estudo com completeza (Impraticável) 

Figura 5 - Alternativa 2: Estudo do conteúdo exato (Improbidade)

Figura 6: Alternativa 3: Estudo Estratégico




A representação gráfica do funcionamento preparação do candidato facilita o entendimento do Projeto de vida em que se encontra trabalhando, ou seja, ser aprovado numa seleção de um cargo público.

Considere que o Conjunto de todos os conhecimentos esteja representado no retângulo cinza da Figura 1 abaixo, e que a região amarela delimite os conhecimentos elencados no edital.

Agora, repare na Figura 2 o resultado da preparação mais comum de um candidato às vésperas de uma prova. Com o tempo exíguo e novos conteúdos sendo adicionados aos editais, os candidatos não têm tempo suficiente para estudar todo o conteúdo passível de cobrança. Não é raro também encontrar uma situação em que durante a preparação o candidato estudou conteúdos não previstos no edital, ou seja, a elipse vermelha extrapola a região amarela.


A Figura 3 descreve uma situação que estamos bem acostumados. Os pontinhos azuis representam as questões da prova. O conteúdo cobrado na prova está dentro do conteúdo previsto no edital, porém não houve tempo suficiente para estudá-lo. Esta situação está representada pela parte da elipse azul que se encontra fora da região da elipse vermelha. 


Agora, considere a Alternativa 2 apresentada na Figura 5. Esta alternativa é meramente teórica, pois a sua prática só seria viabilizada se o candidato tivesse acesso às questões da prova. Tal improbidade não é considerada no processo de preparação do candidato sério.

A alternativa sugerida pelo Qual Concurso encontra-se na Figura 6 abaixo. Utilizando esta estratégia, como uma regra geral, você estudará primeiro o que é mais cobrado. E depois o que for menos cobrado. Utilizará a estatística das provas anteriores para definir a sequência em que vai estudar os assuntos de cada disciplina. 

Não se esqueça de, em cada disciplina, iniciar os seus estudos pelos seus princípios balizadores. Eles formam a sua base cognitiva para agregar o conhecimento de forma consistente, rápida e duradoura e te proporcionam segurança na hora de julgar os itens das provas.


Perceba que há muita diferença entre a recomendação "Estudar somente o que é mais cobrado" e "Estudar primeiro o que é mais cobrado". A segunda recomendação tem maior chance de sucesso pois está associada a um processo estruturado e contínuo de preparação, enquanto que a primeira à um processo de preparação casuístico e sujeito a interrupção.

Por fim, os candidatos geralmente têm dificuldade de entender que se encontram numa situação em que os recursos a sua disposição não são suficientes para satisfazer 100% das tarefas necessárias para uma preparação perfeita, ou impecável. O principal recurso neste caso é o tempo.

Para você entender e se situar neste contexto, imagine a seguinte situação hipotética: Você é uma Mãe (ou um Pai) e possui dois filhos. E um dos filhos está severamente mais abatido e doente do que o outro. A família passar por uma situação financeira bem difícil e por isso não tem comida suficiente para eles.

Qual é a sua decisão ao distribuir o alimento? Divide o alimento ao meio para alimentá-los igualmente? Alimentará somente o filho mais enfraquecido e doente? Dividirá o alimento numa outra proporção que não ao meio?

Sabemos que neste tipo de situação, independente da decisão da Mãe: 1) o alimento não será suficientemente satisfatório; e 2) Não há solução correta ou ideal.

O equivalente ocorre num processo de preparação. Alguns assuntos ficarão carentes de atenção, uns mais outros menos. E no início da preparação, alguns estarão temporariamente desamparados aguardando a sua vez.

A estatística das provas anteriores, combinado com o conhecimento do sequenciamento lógico dos assuntos de cada disciplina, é o meio mais eficaz para definir a sequência de assuntos que te levarão mais rápido a aprovação.

Mas como um candidato que não domina o assunto a ser estudado vai definir esta sequência? E um candidato deveria gastar o seu precioso tempo de estudo calculando estas estatísticas das provas anteriores?

O Qual Concurso vai oferecer aos seus concursandos este resultado pronto e separado por disciplina, para que você se dedique exclusivamente a tarefa do aprendizado.

Siga as publicações do Qual Concurso e acompanhe de perto importantes instruções de como otimizar o seu processo de preparação.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Reflexão sobre resolução de exercícios

O Qual Concurso inaugura uma série de artigos pedagógicos com o objetivo de melhorar o desempenho do candidato nas provas de concurso. Aqui faremos uma reflexão sobre "resolução de exercícios".
Qual a proporção entre o seu tempo de estudo e de resolução de exercícios ?
Existe uma proporção adequada ?
Qual o objetivo da resolução de exercícios na preparação para provas e concursos ?
  1. Aprendizagem de novos conteúdos;
  2. Revisão;
  3. Identificação de lacunas no escopo estudado; e
  4. Calibração do processo de julgamento. 
          • A Finalidade: Do ponto de vista pedagógico, os exercícios são elaborados para identificar o nível de domínio do estudante sobre um assunto. Durante a sua elaboração o avaliador não foca em agregar conhecimento ao estudante. 
          • O conteúdo: Exercícios não podem ser considerados fontes confiáveis de informação. Enquanto que livros de boa qualidade editorial são as melhores fontes de informação e são organizados de forma a otimizar o aprendizado.
          • O Aprendizado: A taxa de agregação de novos conhecimentos por meio da leitura de livros de boa qualidade é incomparavelmente superior à taxa de agração por resolução de exercícios. Faça o teste, escolha dois assuntos totalmente desconhecidos por você: 1) com um deles resolva 10 minutos de exercícios e corrija com o gabarito; e 2) com o outro assunto leia sobre ele durante o mesmo tempo. Ao final, escreva num papel o que você aprendeu sobre cada assunto. O resultado será, no primeiro teste, um "frankstein" obtido da repetição desconexa de trechos das alternativas corretas e dos enunciado das questões. No segundo teste, o resultado será um resumo da sua leitura, mais conexo e lógico do que o anterior. A explicação do resultado é simples. Durante a resolução de exercícios você é exposto a informações que não confia e por isso, inconscientemente, não as armazena. O inverso acontece com a leitura de um texto didaticamente organizado para o aprendizado, pois se pressupõe a sua veracidade do texto no momento da leitura. 
          • Conclusão: A resolução de exercícios proporciona uma efetividade inapropriado para os objetivos 1 e 2, num processo de preparação para provas e concursos dado o tamanho do desafio e o tempo exíguo.
          • Recomendação: Use a leitura e resumo de livros para o Aprendizagem de novos Conteúdos. Use a leitura dos resumos para Revisão. E a Resolução de Exercícios para a Identificação de lacunas no escopo estudado (Objetivo 3) e para a Calibração do Processo de Julgamento (Objetivo 4).
          • A Finalidade: Como visto acima, os exercícios são elaborados para identificar o nível de domínio do estudante sobre um assunto. Esta finalidade está alinhada com o objetivo 3, e por isso utilizar a resolução de exercícios é eficaz para satisfazer o referido objetivo.
          • A Eficácia: A desvantagem em utilizar a resolução de exercícios para satisfazer os objetivos 1 e 2. A sua característica aleatória é inadequada a consolidação do conhecimento (Objetivos 1 e 2). Porém, para o objetivo 3 esta característica aleatória é uma vantagem. Tornando-se eficaz e insubstituível, pois o assunto avaliado independe da capacidade do estudante em definir o que sabe ou não. 





          Meça com um cronômetro o tempo gasto com o estudo (leituras, resumos e etc) e com a resolução de exercícios. 
          Lembre-se: Para alterar uma realidade, é necessário conhecê-la antes. De acordo com Deming "Quem não mede não controla", e Quem não controla não melhora.



          Sim, existe. Não há uma fórmula mágica e exata para todas as disciplinas e todos os alunos, pois existem fatores intangíveis relacionados. Ela depende, por exemplo, do quanto você já conhece sobre determinada matéria e o desempenho do seu processo de julgamento. Já que estabelecer uma proporção exata é inviável, a regra geral é quanto menos você dominar de um assunto, maior deve ser o tempo de leitura e menor o tempo de resolução de exercícios sobre este assunto.

          Os exercícios são comumente usados com os seguintes objetivos: 
          Análise dos exercícios para a consecução dos Objetivos 1 e 2 acima:


          A análise da resolução de exercícios para a consecução do Objetivo 3 - Identificação de lacunas no escopo estudado:

          Dado a sua dimensão e importância, a análise da resolução de exercícios para a consecução do Objetivo 4 - Calibração do Processo de Julgamento-, será publicada em outro artigo. 

          Com o nosso acompanhamento pedagógico você terá melhor rendimento em sua preparação!