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quarta-feira, 16 de setembro de 2015
4 fatos que mudarão a maneira como você vê a suspensão de concursos
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Higor Silva Rosa,
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12:35
1) Vai ter concurso, sim!
Os concursos já autorizados estão mantidos, assim como haverá nomeações dentro do número de vagas e do prazo de validade final dos concursos. Vale lembrar que o esforço fiscal previsto pelo governo, em 2016, não afeta os concursos das empresas estatais nem dos outros entes federativos (Estados e Municípios).
2) Procuram-se novos servidores
Há, na maioria dos órgãos, servidores que se mantêm na ativa devido ao abono de permanência, mesmo em idade apropriada para se aposentarem. Com a saída natural de servidores, em fim de carreira, e daqueles que se retirarem em vista do fim daquele benefício, novas vagas explodirão. Vale lembrar que falecimentos e exonerações implicam reposição de cargos e que o preenchimento dos cargos criados por lei ainda está aquém das necessidades do país.
3) Aproveite o momento
É essencial que os candidatos para concursos, antes de se empenharem no estudo para editais específicos, construam uma base forte de conhecimento, o que só é possível ser feito com calma, dedicação e sem a preocupação de cobrir as diversas matérias contempladas em qualquer edital. E, sejamos honestos, ser aprovado em concurso exige meses de preparação. Quem aproveitar o tempo sem os concursos federais para se capacitar, sairá na frente de muitos quando aqueles certames forem voltarem a ser promovidos.
4) Os fortes entenderão
Estudar para concurso não é fácil. Alguns candidatos, acometidos de uma “miopia estratégica”, sem perspectiva de curto prazo, abandonarão o sonho da carreira pública. Aqueles que mantiverem o foco, serão os mais prováveis ocupantes dos cargos temporariamente suspensos.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
10 regras do bom ou mau estudo
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Higor Silva Rosa,
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06:21
10 regras do bom estudo
1) Recorde-se
Quando acabar de ler uma página, veja se entendeu as principais ideias. Destaque o mínimo, e nunca destaque nada que não consiga se lembrar antes. Tente recordar das principais ideias quando retornar a sala, ou ao ambiente onde estuda. A habilidade de recordar - de tirar as ideias de dentro de si - é um dos principais indicadores de bom aprendizado.
2) Teste-se
Em tudo, o tempo todo. Simulados são seus amigos! Acesse: www.qualconcurso.com.br
3) Quebre as questões em partes menores
Segmentar é entender o problema de forma que a solução venha a mente. Depois de responder uma questão, ensaie mentalmente a solução. Garanta que consegue refazer cada um dos passos necessários para resolvê-lo.
4) Estude em ciclos
Espalhe o seu estudo de cada disciplina em ciclos, como um atleta. O cérebro funciona como um músculo - pode lidar com uma quantidade limitada de um tipo de exercício por vez.
5) Alterne diferentes técnicas de estudo
Teoria, questões objetivas, discursivas, resumos, etc. Nunca fique muito tempo na mesma técnica. Misturá-las é um potente catalizador do aprendizado.
6) Descanse
É comum não entender um conceito na primeira leitura. Por isso que um pouco de estudo diariamente é bem melhor que estudar tudo de uma vez. Quando não conseguir entender ou resolver algo, descanse. Assim sua mente pode trabalhar na solução em segundo plano.
7) Para aprender, pense que precisa ensinar
Sempre que tiver dificuldade com um conceito, pense em como o explicaria de forma que até uma criança entenderia. Usar analogias ajuda muito. Por exemplo, para lembrar o número de Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), pense em "Somos um Time de Futebol". Nunca mais esquecerá que o STF possui 11 Ministros!
8) Foco
Evite distrações quando for estudar: desligue seu celular e coloque o computador no silencioso. Tenha um horário fixo e limitado para responder emails e entrar em redes sociais.
9) Primeiro a obrigação
Reserve um tempo para o lazer, mas cumpra suas obrigações antes. Se for estudar mais de uma disciplina, comece pela que tem mais dificuldade.
10) Imagine a vitória
Tenha próximo ao seu local de estudo uma imagem ou mensagem que te lembre como sua vida mudará quando for aprovado. Pense na estabilidade, na boa remuneração, nas boas condições de trabalho, no bem que fará a sociedade e na vida que proporcionará a sua família. Isso te dará motivação para continuar.
10 regras do mau estudo
Esqueça essa técnicas - são um desperdício de tempo mesmo que você se engane que está aprendendo!
1) Releitura passiva
Sentar-se passivamente passando os olhos pelas páginas é inútil. A não ser que você perceba que a matéria está indo para o cérebro ao relembrar as ideias principais, ler novamente é perda de tempo.
2) Grifos excessivos
Marcar o texto pode fazer você pensar que está aprendendo, mas você não faz nada mais que mexer um pouco as suas mãos. Um pouco de destaque é bom, algumas vezes é importante para destacar ideias principais. Mas se você quer aprender, garanta que seus grifos também estão indo para sua cabeça.
3) Ver as respostas e assumir que entendeu
Esse é um dos piores erros cometidos pelos estudantes. Você deve ser capaz de resolver o problema passo a passo sem consulta.
4) Estudar de última hora
Seu cérebro é como um músculo. Ninguém corre uma maratona do dia para a noite apenas com força de vontade. É preciso treinamento gradativo.
5) Resolver os mesmos tipos de exercício
É tentador continuar resolvendo questões do tipo que você acerta sempre, mas você está se enganando. É necessário conhecer todas as formas que a banca aborda o assunto. Você só está realmente proficiente em um assunto quando consegue dissertar sobre ele.
6) Transformar estudos em grupo em bate-papo
Conferir o gabarito ou fazer perguntas um ao outro pode ser útil, mas se a diversão começa antes do dever estar cumprido, você está desperdiçando tempo precioso.
7) Não estudar teoria antes de fazer exercícios
Você entraria no mar antes de saber nadar? Os exercícios mostram o conhecimento concreto que você precisa, mas não adianta muito fazê-los sem ter o mínimo de conhecimento teórico.
8) Não tirar dúvidas
Existem três tipos de alunos: os que não entenderam nada, os com dúvida, e os mentirosos. Não siga adiante com uma dúvida conceitual. Provavelmente você terá dificuldade com o resto da disciplina.
9) Pensar que pode aprender quando está distraído
Cada olhadinha no Wazzup significa menos capacidade cerebral para aprender. As distrações destroem as raízes das sinapses cerebrais antes que elas consigam crescer.
10) Não dormir o suficiente
Ao dormir, o cérebro organiza a informação que você estudou. Ao mesmo tempo se livra das toxinas que dificultam a concentração. Se você não dorme direito, nada mais faz diferença.
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
Senado oferece cursos gratuitos úteis aos concurseiros
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Higor Silva Rosa,
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05:42
O Senado Federal oferece cursos gratuitos que são úteis aos candidatos ao serviço público. Entre os cursos disponíveis, destacam-se:
Mais informações:
Quer ser aprovado? Acesse o Qual Concurso!
domingo, 14 de setembro de 2014
Passar em concurso é simples e eu provarei
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Higor Silva Rosa,
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08:31
Se você está estudando há algum tempo para concurso e ainda não obteve resultado favorável, pode achar o título desta publicação ofensivo. Na realidade, escrevo justamente para lhe ajudar! Mostrarei que para ser aprovado basta ter 1) tempo, 2) dedicação, 3) paciência e 4) acompanhamento correto.
Você não precisa de materiais caros nem de dedicação exclusiva. Fui aprovado em diversos concursos (PF (agente), Previc, CGU, PF (perito)) com menos de um ano de dedicação, estudando não mais que 20 horas por semana. O que eu tinha a meu favor era o método correto, e isso você também tem grátis e on-line.
Sempre que ajudo alguém a realizar o sonho de ser servidor público, começo a fazê-lo entender isso. Não digo que é fácil, mas que é, de fato, simples: basta seguir o planejamento.
Realmente, sem tempo não existe milagre: é preciso, efetivamente, disponibilizar algum tempo para estudar. Eu, por exemplo, trabalho durante o dia e estudo à noite, enquanto fico com meu filho. Não é nem de perto o ideal, mas é o que eu tenho. Pelo menos, também dou um bom exemplo para ele!
Passar em concurso não é fácil, porque é preciso manter-se dedicado. Então, sem paciência, muitos desistem antes de atingir seus objetivos.
Recentemente, um aluno argumentou que os meus bons resultados poderiam vir da minha formação, e não da dedicação e do método: "passar em concurso em menos de um ano, para quem é do ITA, é fácil... queria ver o senhor correr uma maratona!".
Não podia ter usado analogia melhor: estudar para concurso é muito parecido com preparar-se para uma maratona!
Recentemente, um aluno argumentou que os meus bons resultados poderiam vir da minha formação, e não da dedicação e do método: "passar em concurso em menos de um ano, para quem é do ITA, é fácil... queria ver o senhor correr uma maratona!".
Não podia ter usado analogia melhor: estudar para concurso é muito parecido com preparar-se para uma maratona!
Tenho 1,96 m e 120 kg. Tecnicamente, sou obeso! Acredito que ele quis lançar um desafio em que eu não tivesse vantagem prévia alguma.
Então, o desafio está aceito! Correrei uma maratona nos próximos 12 meses. Colocarei aqui os meus progressos e dificuldades. Com certeza será mais difícil do que a sua aprovação em concurso público!
E quando vou começar? Na realidade, já comecei. O único dia melhor do que hoje para começar era ontem, mas hoje é o melhor ao alcance. Para superar esse desafio, utilizarei os feedbacks do RunKeeper que, aliás, foi o aplicativo que me motivou a desenvolver o QualConcurso.
Boa sorte a todos!
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Estratégia ótima de chute nas provas do Cespe
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Higor Silva Rosa,
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11:36
Encontra-se fartamente na internet "estratégias" para melhorar o desempenho do candidato em concursos do Cespe (tipo Certo/Errado, com uma errada anulando uma certa). Há ainda quem defenda não chutar: "para não correr o risco de perder pontos".
Para ajudar o aluno, deixamos de lado a "opinião" e calculamos efetivamente qual a estratégia ótima de chute nas provas do cespe.
O melhor a se fazer é não deixar nada em branco!
Sim... simples assim!
O racional (errado) de quem advoga por deixar questões em branco é o seguinte: "se faço apenas as questões que tenho mais certeza, aumento o meu percentual de acerto". A premissa está correta, mas a conclusão não.
O quadro acima mostra o percentual líquido de acerto em função do número de questões resolvidas (colunas) e de quanto o candidato sabe sobre a matéria (linhas). Naturalmente, quanto melhor o aluno (maior percentil) maior o índice de acertos. Quanto menor a quantidade de questões respondidas, maior o acerto, porque responde-se apenas aquelas em que se tem maior conhecimento.
O problema é que não adianta acertar mais disputando menos pontos! O segundo efeito sobrepõe-se ao primeiro. Na média, quem chuta mais sempre terá melhor resultado, independentemente do nível de conhecimento! Os resultados estão resumidos no quadro abaixo.
E porque isso acontece? Porque a sua chance de acertar no chute só é igual a 50% se você não souber exatamente nada sobre o assunto. Se tiver a mais vaga ideia, a probabilidade de acertar já é favorável. A figura abaixo ilustra essa situação.
Mas como eu devo chutar? Apenas marque o que você acha que é a resposta correta!
Partindo da premissa (correta) de que a prova é (+-) 50% certa e 50% errada, alguns professores sugerem que se deve chutar de forma que o gabarito tenha esse perfil. Pontualmente, essa estratégia pode conduzir a bons (ou maus) resultados, mas na média, ela é inócua! Não há ganho real.
Variando o conhecimento do candidato, a dificuldade da prova e o número de questões respondidas, em mais de 1 milhão de simulações, não houve resultado significativo. Trata-se apenas de uma superstição.
Concluindo, a única lição que a estatística nos diz sobre estratégias de chute é a de que devemos responder todas as questões.
Cansado de acreditar na "opinião" de "especialistas"? Quer estudar com um viés quantitativo de verdade? Ter uma estimativa das suas chances de passar em diversos concursos e se comparar em cada disciplina?
Acesse gratuitamente: www.qualconcurso.com.br
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Como organizar a rotina de estudos para um concurso público? Veja dicas
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Higor Silva Rosa,
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04:46
Tempo de estudo
O internauta Francisco Alexsandro tem dúvidas sobre como organizar a rotina de estudo. "Estudo todo o conteúdo da disciplina ou grande parte dela por dia? Estabeleço um dia específico da semana para estudar um item da disciplina em questão? Como fazer uma boa revisão antes da prova?"
O recomendável é reservar um dia ou um turno de estudo para cada disciplina e, neste período, estudar o que for possível, seguindo o conteúdo. "Quando acabar o horário de estudo, você anota onde parou para poder retomar daquele ponto no próximo turno da mesma matéria".
Sugere-se que o candidato estude todas as matérias em paralelo, distribuindo-as pelos turnos da semana ou da quinzena.
Revisão de conteúdo
Todas as noites, a internauta Valéria Campos faz um resumo com os exercícios estudados. "De quanto em quanto tempo eu preciso retornar a esse resumo e revisar os conteúdos? Seria bom se eu reservasse um dia da semana? Como os assuntos são cumulativos, vai chegar uma hora em que eu vou gastar mais tempo revisando do que estudando novos conteúdos", questiona.
As revisões durante o estudo devem ser periódicas e gradativas, de acordo com o tamanho dos pontos e da facilidade em cada matéria.
"Por exemplo: você estuda os pontos 1 ao 4, preparando um bom material e faz uma revisão. Segue até o tópico 8 e revisa do 5 ao 8. Vai até o 12, revisa do 9 ao 12 e depois tudo o que estudou até ali (do 1 ao 12). Assim vai até o fim da disciplina, com revisões periódicas. Quando chegar ao fim, deve fazer uma revisão geral".
Recomenda-se uma revisão completa uma vez por mês. "As revisões devem ser cada vez mais rápidas, porque o seu material estará mais objetivo e você terá mais conhecimento na matéria. Eu faço a mesma recomendação de usar fichas-resumo em vez de resumo. Lembre que, antes da prova, você vai precisar revisar todas as matérias em pouco tempo".
Resolvendo os exercícios
"Qual é a melhor forma de resolver exercícios para concursos? Posso responder a questão olhando pela teoria ou é melhor responder somente com o meu conhecimento e depois olhar se está correto ou não?", questiona a internauta Renata.
"No início do estudo, o exercício é para ajudar a compreensão e fixação do conteúdo. Por isso, não há problema em consultar a teoria – é até indicado. Quando você já se sentir mais segura, aí é interessante fazer isso sem consulta, para verificar se aprendeu".
Mais para frente, é importante resolver provas de concursos anteriores – desta vez sem consulta –, para checar o desempenho em cada disciplina e conseguir superar dificuldades antes do concurso.
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Ainda não conseguiu passar em concurso? Descubra o motivo
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Higor Silva Rosa,
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05:56
Muitos candidatos enfrentam o mesmo drama de um internauta que fez mais de 20 concursos públicos em 3 anos e ainda não conseguiu ser aprovado em nenhum.
"Em setembro de 2011 pedi demissão de um grande banco brasileiro, onde exercia o cargo de gerente de relacionamento, para estudar para concurso. Minha esposa já é concursada, está grávida e estou na batalha há quase 3 anos. Já fiz mais de 20 mil questões, quase 25 concursos e não consegui classificação. As pressões externas e a sensação de fracasso são o que mais pesa atualmente, e minhas forças e vontades já não são mais as mesmas. Estou realmente pensando em desistir, pois eu mesmo não estou conseguindo mais me motivar. A fila anda... Mas a minha vez não chega. O que faço?", relatou.
Todos sabem que o projeto requer persistência. Aprender os conteúdos e saber fazer as provas não acontece de uma hora para outra. Mesmo no caso de concursos mais complexos, uma pessoa que estuda corretamente pode levar anos para conseguir a aprovação, mas não muitos.
Quando a fila anda e a sua vez não chega, é preciso ter bom senso: você está mesmo evoluindo? Consegue avaliar o que está dando certo e errado na preparação?
De maneira geral, o problema está relacionado ao uso do tempo. A relação custo-benefício tem de ser muito bem cuidada, para que o candidato não fique patinando, em vez de caminhar para a linha de chegada. Veja a seguir os motivos que podem impedir a aprovação.
1) Falta de foco na hora de estudar
Sem uma rotina, o rendimento fica prejudicado. É preciso ter foco para cumprir o plano de estudos. Desligue a televisão e o computador, e coloque o celular no modo silencioso. Se alguém telefonar, evite atender ou diga que retorna depois. Aos poucos, você se acostuma – e os outros também.
Se acontecer algo inadiável que atrase o início do estudo, não deixe para começar no dia seguinte. Comece atrasado mesmo. Se for possível repor o horário perdido, ótimo. Senão, faça um turno menor, mas estude. Resumindo: decida, planeje e cumpra "cegamente". Não deixe os estudos para daqui a pouco ou para amanhã.
2) Questionamentos eternos
A internet é uma excelente fonte de informações, se bem utilizada. Mas há candidatos que se perdem, buscando o material perfeito, a técnica perfeita de estudo, o link “fantástico” com dicas. Isso ocupa um tempo enorme e alimenta a sensação de que sempre falta alguma coisa.
É preferível qualquer estudo, mesmo que não seja com o material perfeito ou com o método perfeito (que, aliás, não existem), do que estudo nenhum.
3) Falta de objetividade
Tem gente que quer aprofundar demais os conteúdos, desde o início, porque nunca acredita que aprendeu o suficiente. Também procura deduzir todas as fórmulas e conhecer a origem dos conceitos. Assim, perde-se em uma infinidade de materiais ou em resumos intermináveis. O estudo não avança e a pessoa nunca chega a saber o mais importante de todas as disciplinas.
Não estou dizendo que basta decorar as informações. Já foi o tempo em que as provas exigiam somente boa memória. No entanto, não é preciso saber tudo de tudo para ser aprovado. Concurso público não é tese de mestrado ou doutorado, não é pesquisa. Na prova, o importante é marcar a opção certa.
Para isso, basta saber bem os principais conteúdos. Aprofundar é algo que vem com o tempo, numa etapa posterior da preparação, e não no início.
4) Ficar preso em “nós” no conteúdo
Pode acontecer de um assunto isolado ser tão difícil de compreender que é melhor simplesmente deixar para lá. Não adianta gastar um tempo enorme tentando entender um ponto muito difícil, desde que não seja base para a compreensão do que vem a seguir. No futuro, talvez seja possível desatar aquele nó específico.
5) Problemas no ritmo de estudos
Eu gosto da analogia da preparação para concurso com a maratona. E sempre digo que é preciso iniciar devagar e manter um ritmo equilibrado e contínuo. Mas há dois aspectos aí que precisam ser cuidados. O ritmo muito lento é aceitável no início, enquanto o candidato se adapta à nova rotina, organiza a vida e trava os primeiros contatos com as matérias. Depois de algum tempo, é importante que o estudo “ganhe corpo”, ou seja, que o ritmo fique mais forte, para que os resultados possam ser percebidos.
Isso gera uma reação positiva, e realimenta a motivação para manter ou até intensificar (se for possível) o passo. O inverso pode causar desânimo, porque a pessoa se esforça, mas nunca chega a perceber resultado no seu patamar de conhecimento. E esforço sem resultado leva à decepção. Daí para a desistência é um pulo.
6) Não acelerar no final
Mesmo depois de construído um ritmo forte de estudo, é preciso saber ainda apertar a tecla “turbo” quando sai um bom edital. Nesse momento, pode ser preciso um ritmo fortíssimo de estudo, abrindo mão de quase tudo o que não seja estudo (mas preservando a saúde).
Isso porque há alguma novidade no edital e, por mais bem preparado que o candidato esteja, será necessário fazer ajustes finais. E, no mínimo, revisar tudo o que já sabe durante as poucas semanas até o dia da prova.
7) Não saber quando fazer as provas
Não adianta querer fazer uma prova antes de ter visto minimamente os conteúdos que serão cobrados. Nesse caso, os dois meses entre o edital e a prova que o candidato vai usar estudando matérias específicas para aquele concurso (com pouquíssimas chances de aprovação) poderiam ser aproveitados para estudar melhor as disciplinas básicas e ter chances maiores no concurso seguinte.
Por outro lado, há pessoas que se preparam com bastante antecedência, mas quando sai um bom edital passam sempre por algum problema e abandonam o estudo por um tempo. O problema é real, claro, mas não seria impedimento suficiente para a pessoa desistir do projeto. Isso dá a impressão de ser autossabotagem, por medo de lidar com a possibilidade de fracasso (ou de sucesso também).
8) Trocar constantemente de área
Como as pessoas são diferentes, há o inverso: aqueles que querem fazer todas as provas e trocam de foco o tempo todo. Com isso, não investem todos os esforços numa só área nem aproveitam o conhecimento de um concurso para outro. Do mesmo jeito, não são aprovados.
Tem gente que sabe muito, mas não consegue ter um bom aproveitamento na hora da prova. Pode ser por fatores emocionais, falta de estratégia de distribuição de tempo ou de atenção aos enunciados. Alguns candidatos tentam a sorte sem nunca ter resolvido em casa uma prova da mesma banca para conhecer o estilo de questões.
Qualquer que seja o motivo, há solução. É preciso identificar a causa para poder aparar a aresta. Há ainda quem vai para a prova querendo “brigar” com a banca. Normalmente, são candidatos que têm bom conhecimento, mas gastam suas forças querendo provar que a banca examinadora está errada, que as questões foram mal formuladas.
É possível até que tenham razão, mas a melhor conduta, no caso, é tentar entrar na lógica do examinador e marcar a resposta de acordo com o gabarito. Só isso levará à aprovação. Qualquer coisa diferente disso é vaidade infrutífera.
9) Falta de avaliação sobre o desempenho
O resultado de uma prova, mesmo quando não garante a aprovação, é muito importante para o projeto. Avaliar corretamente a pontuação, vendo em quais disciplinas você foi bem e em quais não foi – e o porquê –, oferece um rico indicador para a correção da estratégia.
Para muitos candidatos existe a ilusão de que acertar algo em torno de 50% e 60% é um bom resultado e que, com um pouco mais de estudo, a aprovação estará garantida. Na verdade, esse percentual de acerto é um resultado que se pode conseguir mesmo sem estudo algum, uma questão de probabilidade.
Ou seja, falta praticamente tudo. Não digo isso para desanimar o candidato, mas para que ele possa ter senso de realidade e construir metas concretas para atingir o objetivo desejado. Sem isso, a aprovação não chegará.
10) Descuido com pontos fracos
Seja antes do primeiro concurso ou após a prova, o candidato precisa cuidar dos pontos fracos. Não é necessário saber tudo de cada matéria, mas é ruim ficar vulnerável numa disciplina, porque há editais que exigem um mínimo por matéria isolada. Aí não haverá escapatória. E sempre é possível melhorar o desempenho numa disciplina, seja por meio de exercícios e resolução de provas anteriores.
Se a dificuldade ainda for de compreensão, vale estudar novamente a teoria desde o início com outro professor ou utilizando um novo material.
11) Abandono dos pontos fortes
Ao contrário do que muita gente pensa, se o candidato é muito bom em alguma matéria, não deve abandoná-la, porque o que era conhecido pode cair no esquecimento. É importante manter a excelência naquela disciplina e, se possível, ficar melhor ainda, para garantir um diferencial na hora da prova.
12) A um passo da vitória
Se você leu os itens anteriores com total isenção e chegou à conclusão de que está fazendo tudo certo, apenas por garantia observe se os seus resultados estão melhorando a cada concurso feito.
Se a resposta for positiva, ótimo. Siga adiante porque a aprovação deve estar a poucos passos.
Está com dificuldade de organizar os seus estudos? Precisa melhorar o seu rendimento e estudar com mais objetividade?
Acesse:
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Quanto tempo um bacharel precisa estudar para ser Juiz Federal?
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Higor Silva Rosa,
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06:01
Ou, como qualquer aluno mediano pode tornar-se juiz em menos de 3 anos - se tiver força de vontade.
Ser Juiz Federal é um sonho comum para estudantes de direito, mas frequentemente esse desejo é visto como impossível ou apenas para predestinados. Se você é um dos que pensa assim, está completamente enganado.
Um candidato mediano tem 50% de chance de aprovação no concurso para magistratura federal em 2 anos e 10 meses, com dedicação integral (40 h/semana). Acredite, esse é um prazo conservador. O mesmo bacharel pode ser aprovado estudando apenas 1 ano e 5 meses (em um cenário mais otimista)!
Então é fácil ser Juiz? Não!
Veja que estamos considerando que o candidato estuda 8h brutas diariamente (5 dias por semana). Ainda, o desafio real é manter-se firme nos estudos por tanto tempo.
Outra dificuldade é dividir o tempo entre as disciplinas. Um erro comum é tentar dominar uma disciplina antes de começar a estudar outra. O correto é estudar por ciclos, e crescer em todas simultaneamente. Só para lembrar, na carreira em análise temos 14 disciplinas:
- Direito Constitucional
- Direito Administrativo
- Direito Penal
- Direito Processual Penal
- Direito Civil
- Direito Processual Civil
- Direito Previdenciário
- Direito Financeiro
- Direito Tributário
- Direito Ambienta
- Direito Internacional Público e Privado
- Direito Empresarial
- Direito Econômico
- Direito de Proteção ao Consumidor
E se você, como a maioria, não pode se dar ao luxo de estudar exclusivamente? Sua única alternativa é se organizar! (como mostramos aqui)
Estudando da forma correta, é possível ser aprovado em 1 ano e 11 meses com apenas 20h brutas semanais. Mesmo com uma base fraca, o objetivo ainda pode ser alcançado em menos de 3 anos (2 anos e 7 meses).
Precisa de ajuda para se organizar e manter-se motivado? Nós do QualConcurso oferecemos gratuitamente todas as ferramentas para te ajudar a ser aprovado. Acesse:
Glossário:
Hora bruta consiste no tempo passado no relógio, a hora normal do seu dia-a-dia como se passa naturalmente.
Hora liquida é o tempo que você efetivamente estuda, sem que o tempo das pausas seja contado.
Hora bruta consiste no tempo passado no relógio, a hora normal do seu dia-a-dia como se passa naturalmente.
Hora liquida é o tempo que você efetivamente estuda, sem que o tempo das pausas seja contado.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Questão clássica de Raciocínio Lógico: proposições
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Higor Silva Rosa,
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06:10
Este post tem uma dupla função: dar uma dica de como resolver uma questão clássica de Raciocínio Lógico e apresentar a primeira "cara" do nosso tão aguardado simulador.
B é uma proposição composta, então precisamos analisar em uma nova Tabela-verdade. As proposições compostas ou moleculares são assim caracterizadas por apresentarem mais de uma proposição conectadas pelos conectivos lógicos.
Sejam as proposições:
C: Cláudia é loira
N: Noemi é ruiva
Temos:
|
Como B é falsa, podemos concluir (da leitura da tabela verdade) que C é verdadeiro e D é falso. Assim, Cláudia é loira e Noemi não é ruiva.
A solução do problema é a alternativa B.
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