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quarta-feira, 16 de setembro de 2015
4 fatos que mudarão a maneira como você vê a suspensão de concursos
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Higor Silva Rosa,
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12:35
1) Vai ter concurso, sim!
Os concursos já autorizados estão mantidos, assim como haverá nomeações dentro do número de vagas e do prazo de validade final dos concursos. Vale lembrar que o esforço fiscal previsto pelo governo, em 2016, não afeta os concursos das empresas estatais nem dos outros entes federativos (Estados e Municípios).
2) Procuram-se novos servidores
Há, na maioria dos órgãos, servidores que se mantêm na ativa devido ao abono de permanência, mesmo em idade apropriada para se aposentarem. Com a saída natural de servidores, em fim de carreira, e daqueles que se retirarem em vista do fim daquele benefício, novas vagas explodirão. Vale lembrar que falecimentos e exonerações implicam reposição de cargos e que o preenchimento dos cargos criados por lei ainda está aquém das necessidades do país.
3) Aproveite o momento
É essencial que os candidatos para concursos, antes de se empenharem no estudo para editais específicos, construam uma base forte de conhecimento, o que só é possível ser feito com calma, dedicação e sem a preocupação de cobrir as diversas matérias contempladas em qualquer edital. E, sejamos honestos, ser aprovado em concurso exige meses de preparação. Quem aproveitar o tempo sem os concursos federais para se capacitar, sairá na frente de muitos quando aqueles certames forem voltarem a ser promovidos.
4) Os fortes entenderão
Estudar para concurso não é fácil. Alguns candidatos, acometidos de uma “miopia estratégica”, sem perspectiva de curto prazo, abandonarão o sonho da carreira pública. Aqueles que mantiverem o foco, serão os mais prováveis ocupantes dos cargos temporariamente suspensos.
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
Parentes se unem nos estudos para alcançar o sonho de ingressar no serviço público
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Higor Silva Rosa,
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06:08
Mais do que um incentivo para estudar para concursos, a crise econômica está contribuindo para aproximar familiares em torno de um objetivo comum: conseguir o sonhado ingresso no serviço público. Pais e filhos, tios e sobrinhos estão tendo no aprendizado conjunto o reforço necessário para fixar o conteúdo obtido em sala de aula ou mesmo em casa. Em muitos casos, a busca por uma vaga no funcionalismo costuma deixar candidatos tão ansiosos que, para se concentrar, acabam se afastando de amigos e da própria família. Fazer exercícios com parentes ajuda a romper esse isolamento. E, assim como nos estudos em grupo entre colegas e amigos, contribui para a assimilação das disciplinas.
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| Estudar em família com o QualConcurso fica mais fácil |
Para a estudante Andressa Domingues, 21 anos, estudar com o pai, o servidor público Nilson Santos, 55, é um fator de equilíbrio emocional. “A presença dele por perto me ajuda a conter um pouco o estresse”, diz ela. Para Nilson, o método favorece a troca de estímulos. “É gratificante, para ambos, ver o esforço do outro nos estudos. Como convivemos no dia a dia, sabemos das nossas dificuldades, e o objetivo comum nos fortalece”, afirma.
O arrocho no orçamento familiar foi um dos principais motivos de Santos para voltar a estudar. Funcionário da Secretaria de Educação, Cultura e Esportes de Goiás, Santos diz que a estabilidade que tem como servidor não é mais motivo de satisfação. “Está tudo muito caro, e parece que a tendência é só piorar. Fui a um posto de combustíveis nesta semana e o frentista disse que a gasolina poderá ser reajustada até o fim do ano. Desse jeito, não tem bolso que aguente”, lamenta. Formada em letras desde o mês passado, Andressa perdeu o interesse pelo último emprego.“Larguei um trabalho com carteira assinada no fim de 2014 porque não conseguia vislumbrar progressão ou melhoria de salário”, afirma.
Desafio
Professor de educação física em um colégio do Novo Gama (GO), as dificuldades de Nilson Santos vão além do pouco tempo de estudo. “A última vez que frequentei um cursinho preparatório foi em 1992. Naquela época, estava com a cabeça mais arejada, e era mais fácil absorver os conteúdos das matérias. Voltar a mergulhar nos livros agora é um grande desafio”, constata. Como só têm os fins de semana para estudar, ele e a filha usam o tempo disponível, principalmente, para realizar exercícios. “Acho que eu o ajudo a tirar dúvidas, e ele me auxilia a ser mais atenciosa a detalhes que, às vezes, passam despercebidos”, diz Andressa. Como tem mais tempo para estudar, ela diz que procura ser paciente para acompanhar o ritmo de aprendizado do pai.
Dificuldades
Com a margem de lucro apertada, o comerciante Cleidiomar Martins, 40 anos, decidiu prestar o concurso do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de olho nos salários de R$ 5.259,87 para técnico, e de R$ 7.869,09 para analista. “Se passar, vou ficar indeciso. O pensamento de todo empresário é de vencer desafios. A estabilidade, no entanto, certamente pesaria na balança”, diz ele, que estuda com o sobrinho Pedro Marcos Martins, 18.
Apesar de irem às aulas do cursinho juntos, Pedro revela que o tio embarcou nos estudos mais para incentivá-lo. “Vamos à biblioteca e resolvemos questões juntos, mas ele vai mais para me motivar. Ele me ajuda dando dicas e me encoraja a estudar todos os dias”, diz ele, que está concluindo o ensino médio. “Meu sonho é passar em um concurso, pagar meu próprio curso de direito e, um dia, ser procurador.”
Disciplina é fundamental
O estudo em família tem suas vantagens, desde que os envolvidos tenham empatia e uma relação de sociabilidade, observa Mário César Ferreira, professor do Departamento de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB), especialista em psicologia do trabalho. “Tendencialmente, do ponto de vista mais geral, os vínculos existentes entre os membros de um grupo podem ser facilitadores do processo do aprendizado. Estudar em família pode ser positivo, desde que sejam observados alguns critérios”, destaca.
Segundo Ferreira, o resultado pode ser negativo se o excesso de intimidade e de convivência começar a prejudicar a seriedade do trabalho. “Estudar em grupo nada mais é do que trabalhar em grupo. Para fazer isso, é preciso ter regras, rotina, pontualidade, disciplina e proatividade. É necessário ter os ingredientes típicos de um ambiente de trabalho profissional”, explica.
Sem planejamento e método, reforça o professor, o estudo em família pode comprometer os resultados. “Estudar em família ou em grupo não é apenas dividir o mesmo ambiente. Para que o estudo seja otimizado e tenha eficácia, é preciso que se faça um planejamento entre os familiares, ainda que o tempo disponível de cada um deles seja apenas o fim de semana”, ressalta o professor.
Diferenças
"Além disso, os integrantes do grupo precisam respeitar o processo pessoal de cada um na assimilação dos conhecimentos. As pessoas têm modos diferentes de guardar e organizar as informações. Essa personalização é fundamental”, reforça Ferreira.
A diferença no grau de preparação é, normalmente, o principal obstáculo em situações que reúnem pessoas com tempos de estudo desiguais. No entanto, as dificuldades podem ser contornadas.
Dicas de especialistas
É importante ter paciência. Passar em um concurso exige tempo de estudo. Poucos são os candidatos que conseguem a aprovação “de um dia para o outro”.
- Conheça a banca examinadora. Faça leituras estratégicas e reforce os conteúdos que mais costumam ser cobrados nas provas. Consulte obras de professores com estatísticas sobre os temas mais abordados.
- Faça e refaça exercícios e provas anteriores do órgão almejado, mesmo que de bancas diferentes. Ter apenas conhecimento do conteúdo teórico não é garantia de aprovação. O QualConcurso disponibiliza questões gratuitas para serem resolvidas, além de planos com Simulados adaptativos, por meio dos quais as questões são apresentadas por nível de dificuldade e este aumenta ou diminui de acordo com osacertos e erros do candidato.
- Elabore um bom plano de estudos. Isso garantirá um aprendizado melhor do conteúdo e não apenas o decoreba. Crie um roteiro que permita a alternância de disciplinas para não fatigar a mente. Ao aderir a um dos planos do QualConcurso, o candidato conta com a distribuição do tempo disponível para estudar pelas disciplinas do concurso para o qual o está se preparando, levando em consideração tanto a relevância da disciplina no edital (número de questões e peso) quanto a proficiência dele, medida nos Simulados, em cada uma delas.
- Cuide do corpo e da mente. Atividades físicas e alimentação saudável podem contribuir para um melhor poder de concentração.
- Defina seu objetivo. Fazer todos os concursos que saem não é a melhor estratégia para entrar no serviço público. É necessário reconhecer as aptidões e focar em carreiras mais adequadas ao próprio perfil. O QualConcurso, com base na proficiência do candidato nos Simulados que disponibiliza, indica os concursos que ele tem mais chances de passar.
- Os candidatos que têm menos tempo para estudo devem priorizar, principalmente, as matérias com maior peso. Vale a pena usar a área de Controle de Estudos do QualConcurso que organiza as matérias que devem ser priorizadas com base nas informações fornecidas pelo próprio candidato.
- É superando as dificuldades que o candidato conseguirá uma vaga no funcionalismo. Candidatos devem focar nas matérias em que têm mais dificuldade.
- Estudar junto pressupõe empatia entre os membros de um grupo, sejam eles familiares ou não. Por isso, é importante ter um vínculo positivo com os parceiros de estudo.
- Estabeleça um planejamento das atividades em dupla ou grupo. Trace um cronograma, com encontros regulares, em dias e horários pré-determinados.
terça-feira, 21 de julho de 2015
Registrar seus objetivos pode ajudar a alcançá-los
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Higor Silva Rosa,
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07:43
Um estudo realizado na Universidade de Toronto, que acompanhou 700 estudantes durante dois anos, concluiu que o registro dos nossos objetivos é mais relevante do que podemos imaginar. A pesquisa propôs que eles pensassem em suas vidas, especialmente nos momentos que ajudaram a moldar as pessoas que eles se tornaram. Depois, eles deveriam usar essas memórias para escrever metas que os ajudassem a alcançar seus objetivos.
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| Realize seu sonho |
Devido ao fato de os voluntários serem estudantes, a maior parte dos objetivos deles envolvia concluir a faculdade. No final do período do estudo, os resultados mostraram que aqueles que definiram metas baseadas naquele objetivo obtiveram melhores notas.
Em concurso público também é assim. Apesar de um caminho de muita dedicação a ser percorrido, quando você define que seu objetivo de passar e os passos até atingi-lo, uma história de sucesso começa a surgir.
Por exemplo, já experimentou medir quanto tempo você passa efetivamente estudando? Se não, ao estabelecer essa meta, ficará assustado com a quantidade de tempo que pode estar desperdiçando com pausas para atender ao telefone, checar e-mails e navegar pelas suas redes sociais, por exemplo. Lembre-se: o que não pode ser medido, não pode ser melhorado. Só o fato de medir o seu estudo comprovadamente aumenta o seu rendimento.
Conte com o QualConcurso para ajudá-lo a organizar o tempo que você tem disponível. Temos um Controle que divide o seu tempo de estudo de acordo com as disciplinas do concurso que você está se preparando. Levamos em consideração tanto a relevância da disciplina no edital (número de questões e peso) quanto o seu desempenho em cada uma delas. A partir daí, outra meta pode ser definida: o desenvolvimento de tarefas diárias, que encaminhamos para você de forma cíclica e adaptativa, ou seja, conforme você avança, novas rotinas de estudo são lançadas de forma customizada. No começo, o sistema estabelece uma meta realizável de estudo, para que você não fique ansioso. A medida que você for cumprindo suas tarefas, as metas gradativamente ficam mais ambiciosas, para que você continue evoluindo e alcance o seu objetivo maior!
terça-feira, 26 de maio de 2015
Organize seu estudo com tarefas diárias
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Higor Silva Rosa,
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06:04
Passo-a-passo de como usar o Controle de estudos
Agora você vai levar o seu estudo para outro nível! Dividiremos o seu tempo entre as disciplinas considerando o edital e o seu resultado nos simulados (o plano atribui mais tempo nas disciplinas que você está menos proficiente).
1. Entre em www.qualconcurso.com.br
2. Na aba Controle, clique em CRIAR PLANO;
3. Defina seu Objetivo: escolha o Órgão, o Cargo, a Data da prova ou marque Ainda não saiu o edital;
3. Defina seu Objetivo: escolha o Órgão, o Cargo, a Data da prova ou marque Ainda não saiu o edital;

4. Defina as Disciplinas a serem estudadas;


6. Parabéns: sua grade de estudos está pronta, basta clicar em FINALIZAR e começar e estudar!;

7. Sempre que estudar, registre o tempo líquido e a disciplina no Controle. O calendário dá sugestões diárias do que você deve estudar;

Obs: Veja a avaliação de Luiz Layder (Primeiro Lugar no Bacen) sobre a nossa ferramenta de Controle.
Qualquer dúvida estamos a sua disposição: envie um e-mail para contato@qualconcurso.com.br que responderemos o mais rápido possível.
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Porque é importante fazer Discursivas para Concurso Público
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Higor Silva Rosa,
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06:19
As questões de múltipla escolha avaliam o conhecimento e poder de escolha do concurseiro. Já as discursivas, além do conhecimento empírico, avaliam a interpretação de texto, o poder de síntese e de redação.
De acordo com o Prof. Pier: "o estudo é individual, solitário e ativo e é preciso fazer uso da escrita. Estudar é escrever. Quanto mais você escreve, mais você aprende. Não tenha preguiça de escrever”.
Pensando nisso, o QualConcurso desenvolveu um filtro GRATUITO para buscar questões discursivas. É possível escolher a disciplina, o assunto, a banca, os anos, o órgão, o nível e o número de linhas.
segunda-feira, 30 de março de 2015
Novas ferramentas no ar!
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Higor Silva Rosa,
on
04:44
Alinhado ao nosso projeto de ser o maior portal de concursos do Brasil, lançamos as ferramentas de resolução de questões objetivas e discursivas e de controle de estudo. Também repaginamos a ferramenta de simulados adaptativos.
MUITO mais novidades vêm por aí... aguardem!
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
QualConcurso de TI é o mais difícil de passar?
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Higor Silva Rosa,
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10:46
Na preparação para concurso público é comum a discussão do concurso mais "difícil". Normalmente, o debate é recheado de opiniões pessoais e na melhor das hipóteses "bom senso", baseado na concorrência, tamanho do edital e remuneração do cargo.
Acontece que o "bom senso" nem sempre traduz a realidade. Já mostramos para concursos fiscais, por exemplo, que faz mais sentido (do pondo de vista econômico) prestar para Auditor que para Analista da Receita. A mesma análise, realizada nas carreiras da Polícia Federal, mostra que para algumas pessoas é mais fácil ser aprovado para Delegado que para Escrivão.
Por sugestão do ITnerante, investigamos QualConcurso de TI é o mais difícil de passar! O escopo incluiu os concursos da CEB, TCU, Senado, CGU (Infraestrutura e Desenvolvimento), Bacen (Infraestrutura e Desenvolvimento), Perito Federal (PCF) e MPOG.
Para determinar a dificuldade do concurso, utilizamos tanto informações do resultado (nota dos aprovados - DOU) quanto a dificuldade das questões, quantificadas pela Teoria de Resposta ao Item, utilizando estatísticas proprietárias de acerto de cada questão.
A inferência estatística realizada é um processo muito cuidadoso, em que são considerados, entre outras informações, o número de candidatos, de convocados (não de vagas) e suas pontuações líquidas, de questões, de pontos por questão, de alternativas por questão, se errada anula certa, excluem-se as questões anuladas, etc.
Na média, um candidato entre os 2% melhores teria as seguintes chances de aprovação nos concursos analisados:
Então o concurso para Desenvolvimento de Sistemas do Bacen é o mais difícil de passar? Pelo menos o último foi!
Posso concluir que, se quero aumentar minhas chances de passar, devo prestar para o MPOG? Na média sim, mas cada caso é um caso.
Para ilustrar, mostraremos os resultados para dez concurseiros com o perfil considerado anteriormente (Top 2%), mas individualizando suas proficiências (obtidas por meio dos simulados adaptativos do QualConcurso), como se vê abaixo:
Como cada candidato tem conhecimento heterogêneo nas disciplinas e estas são cobradas também de forma desigual nos certames, as sugestões de "melhor concurso" são diversas:
O MPOG é o concurso mais fácil apenas para Ana! Para Carla, Érica e Flávio melhor seria prestar para CEB. Para surpresa de muitos, o Senado é o concurso em que Gisele e Jaime teriam mais chances. CGU (Infra) é o melhor para Daniel e Bacen (Infra) para Bruno e Horácio.
O ponto é: não existe concurso mais fácil ou difícil! O que interessa é se é mais fácil especificamente para você. E para descobrir suas chances atuais e futuras em todos eles, basta se avaliar no QualConcurso.
Aí não importa em que estágio da preparação você está. O que interessa é gradativamente se aproximar do seu objetivo. São os pequenos avanços (que agora você tem como medir de forma concreta) que o manterão motivado a continuar estudando.
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Como aperfeiçoar sua força de vontade para passar em concurso
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Higor Silva Rosa,
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09:35
Porque tenho tempo livre e não consigo estudar? Como faço para conseguir realmente estudar, em vez de divagar no que poderia estar fazendo? Neste artigo responderemos essas perguntas sobre como privilegiar o longo prazo ao invés da satisfação instantânea e como o QualConcurso pode lhe ajudar.
Não somos tão racionais quanto acreditamos ser
Nosso cérebro não está acostumado a fazer planejamentos de longo prazo. Até bem pouco tempo, éramos caçadores-coletores e o conceito de planejamento era inexistente. Nosso sistema límbico, responsável pelos instintos, reinava absoluto em nosso cérebro.
O córtex pré-frontal, área do cérebro racional e responsável pelos nossos planos de longo prazo, somente pôde se desenvolver há alguns milhares de anos, e está em constante batalha com nossa natureza animal. Nossa vontade primária não é sentar e estudar por horas. É sair, ver TV, namorar, comer e dormir. Focar nos objetivos de longo prazo não é uma habilidade inata. É algo que se aprende, conhecendo o nosso próprio corpo.
Para ilustrar, imagine que há dois entes em seu cérebro, Albert e Rex:
Rex é o inquilino mais antigo, mora no sistema límbico. Ele está lá desde os primórdios da vida, e existe antes mesmo de se ter consciência da própria existência. Representa seus medos e instintos. Rex NUNCA pode ser desligado. Está sempre ativo, tomando suas decisões.
Albert habita o córtex pré-frontal. Gostamos de pensar em Albert como o verdadeiro inquilino das nossas cabeças, mas isso não é verdade. Albert acabou de chegar. Ele que contraria Rex e nos faz estudar ao invés de assistir televisão. Mas Albert, como veremos, é velho e cansado. Não aguenta se opor ao Rex o tempo todo. O que estudaremos são formas de preservá-lo, para que possamos usá-lo quando realmente precisarmos.
Nossa força de vontade é finita
Força de vontade é aquilo que nos faz agir contra nossos instintos imediatos de satisfação (como dar aquela olhada rápida no Facebook). Acontece que os estudos sobre o tema apontam que se trata de um recurso finito. É como se, após uma boa noite de sono, acordássemos com nossa força de vontade no máximo. À medida que o dia passa, gastamos esse recurso, muitas vezes com coisas que nem percebemos.
Você sabe bem como é quando a força de vontade acaba. Chega uma hora do dia em que você não quer fazer mais nada de "produtivo". É nessa hora que seu sistema animal "vence", e você se rende aos seus instintos. Quando a força de vontade acaba:
- Nós não queremos tomar decisões.
- Temos aversão ao risco. Quando somos obrigados a tomar decisões, tomamos aquela mais fácil, menos arriscada e que menos muda nossas vidas. "Me dê o mais barato", "Pode ser o que você achar melhor", "Vamos deixar como está mesmo" são as respostas comumente dadas. Há um estudo interessantíssimo sobre liberdade condicional dada por juízes em Israel. Prisioneiros que tem os seus pedidos avaliados pela manhã tem 70% a mais de chance de terem a liberdade concedida, pois, à medida que a força de vontade dos juízes vai sendo consumida, eles tendem a tomar decisões menos arriscadas.
- Rex domina o seu cérebro. Você só consegue fazer coisas que dão prazer imediato. Querer ver TV a noite toda, com a casa suja e cheia de louça para lavar é uma imagem correta deste sintoma.
Mas calma! A ciência já identificou como se consome a força de vontade. Vamos estudá-las, para que você gaste da melhor forma possível esse recurso tão valioso e escasso.
Como gastar melhor sua força de vontade
Crédito ou débito? Carne ou frango? Facebook ou estudo?
Decisões são o grande dreno da força de vontade. Cada decisão que você toma usa um pouco daquela força de vontade que você renova durante o sono. Quanto mais difícil, maior o recurso consumido.
- Tente não pensar muito no que não é relevante para sua vida: Em vez de escolher o almoço, por exemplo, peça igual ao do seu colega. Nas pequenas decisões do dia a dia, tome a primeira que lhe vier a cabeça. Sua vontade deve ser guardada para assuntos importantes.
- Trace o planejamento antes de realizar as tarefas, de preferência no dia anterior antes de dormir. Por exemplo, em vez de ir ao supermercado e tomar uma decisão de comprar ou não cada produto que você vê, faça uma lista.
Disciplina e Hábito
Todos que passam em concurso publico dizem: "disciplina é fundamental”. À luz do que acabamos de estudar, faz todo sentido. Disciplina é quando você planeja e executa conforme o planejado. Hábito é fruto da disciplina.
Com planejamento, você toma a decisão antes de executar a tarefa, e assim não gasta sua força de vontade pensando nisso. Já imaginou na academia se, em vez de fazer três séries de quinze em um determinado exercício, você fosse fazer "o que der"? O resultado seria desastroso.
Além de fazer o plano, você deve segui-lo. Se você não faz, o seu sistema límbico (aquele sabotador) saberá, e vai te prejudicar. O tentará a abandonar o plano a todo momento. "Será que seria tão ruim parar por quinze minutinhos para ver o Facebook (sabemos que quinze minutinhos nunca são quinze minutos)", "Será que eu preciso estudar essas três horas mesmo".
Repetir uma ação condiciona nosso cérebro e corpo. Se você planeja estudar uma hora por dia (e consegue) no primeiro dia pode ser difícil. Mas após alguns dias, nem sentirá que estuda. Dito de outra forma, você não terá que "tomar a decisão" de estudar. Fará automaticamente. Assim fica mais fácil gradativamente estudar duas, três ou quatro horas.
Ao realizar o que se planeja, da forma planejada, você manda uma mensagem subliminar ao seu cérebro: não adianta ele "tentar" você. Planejar estudar duas horas, e estudá-las é melhor que planejar oito e estudar três. No primeiro exemplo, você condiciona seu cérebro a fazer isso novamente, sem ter que pensar se "dá para fazer ou não". No segundo, além de ficar frustrado, mandará a mensagem para o seu sistema límbico de que ele é capaz de te fazer mudar de ideia. Como consequência, ele bombardeará sua cabeça quando você estiver tentando fazer algo produtivo.
O Controle de estudos do QualConcurso
O QualConcurso oferece uma ferramenta de planejamento de estudos. Você informa o tempo que pode se dedicar (é incrível o que duas horas diárias de estudo produzem em seis meses!) e o seu objetivo e nós alocamos o tempo de estudo em cada disciplina considerando a sua proficiência (medida nos nossos simulados adaptativos) e a relevância no edital.
Assim, como todas as tarefas necessárias para cobrir o edital do concurso dos seus sonhos cadastradas, você poupa sua força de vontade para o que realmente importa: estudar!
domingo, 28 de setembro de 2014
Pense grande, comece pequeno, melhore sempre
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Higor Silva Rosa,
on
08:44
Pense grande
Há duas semanas iniciei um desafio de correr uma maratona em 12 meses. A primeira vista, um sedentário correr mais de 42 km em 1 ano é um objetivo bastante ambicioso. Assim como passar em concurso do zero em 12 meses também é!
Comece pequeno
Como estou acima do peso e não tinha um rotina de exercícios, minhas primeiras atividades foram bem leves! Utilizei um controle disponibilizado por um aplicativo para me ajudar a ter uma meta desafiadora, porém factível.
Para passar em concurso é o mesmo! Não importa que você seja iniciante ou que tenha pouco tempo disponível para estudar, o importante é dar o primeiro passo. Caso queira se avaliar e montar um plano de estudos, acesse:
www.qualconcurso.com.br
Melhore sempre
Embora ainda não tenha resistência para treinar forte, tenho me exercitado 6x por semana. Em duas semanas já deu para melhorar bastante. Perdi 4 kg e já consigo correr 5 km sem parar.
Ainda está muito longe da maratona, mas tenho tempo! É excelente ter metas menores. Agora que já consegui 5 km, vou focar em uma corrida de 10 km. Bem mais fácil do que mirar direto na maratona, pois as pequenas vitórias dão motivacão.
Uma técnica de motivação muito eficiente para vencer grandes desafios é se imaginar vitorioso. Já pensou o que vai fazer com o seu generoso salário de servidor? Quando desanimar, faça planos para a sua nova vida! É revigorante.
Pois bem, me inscrevi na Maratona de Estocolmo, que ocorrerá em 30 de maio de 2015. Por que fazer isso tão cedo? Simples, para me motivar e evitar que eu desista. Sempre que acordo com preguiça, me imagino cruzando a linha de chegada do Estádio Olímpico.
Quando comecei a estudar para concurso foi igual. Sonhava em ser Perito da Polícia Federal, mas me inscrevi para Agente. Com certeza, ter sido aprovado para Agente me deu forças para continuar estudando para Perito. Quando chegou o momento, já tinha a bagagem e a confiança para conquistar a minha vaga.
Há duas semanas iniciei um desafio de correr uma maratona em 12 meses. A primeira vista, um sedentário correr mais de 42 km em 1 ano é um objetivo bastante ambicioso. Assim como passar em concurso do zero em 12 meses também é!
Comece pequeno
Como estou acima do peso e não tinha um rotina de exercícios, minhas primeiras atividades foram bem leves! Utilizei um controle disponibilizado por um aplicativo para me ajudar a ter uma meta desafiadora, porém factível.
Para passar em concurso é o mesmo! Não importa que você seja iniciante ou que tenha pouco tempo disponível para estudar, o importante é dar o primeiro passo. Caso queira se avaliar e montar um plano de estudos, acesse:
www.qualconcurso.com.br
Melhore sempre
Embora ainda não tenha resistência para treinar forte, tenho me exercitado 6x por semana. Em duas semanas já deu para melhorar bastante. Perdi 4 kg e já consigo correr 5 km sem parar.
Ainda está muito longe da maratona, mas tenho tempo! É excelente ter metas menores. Agora que já consegui 5 km, vou focar em uma corrida de 10 km. Bem mais fácil do que mirar direto na maratona, pois as pequenas vitórias dão motivacão.
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| Circuito Corujão 5 km 33 min (27 set 2014) |
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| Corrida Bancorbrás 5 km 35 min (28 set 2014) |
Uma técnica de motivação muito eficiente para vencer grandes desafios é se imaginar vitorioso. Já pensou o que vai fazer com o seu generoso salário de servidor? Quando desanimar, faça planos para a sua nova vida! É revigorante.
Pois bem, me inscrevi na Maratona de Estocolmo, que ocorrerá em 30 de maio de 2015. Por que fazer isso tão cedo? Simples, para me motivar e evitar que eu desista. Sempre que acordo com preguiça, me imagino cruzando a linha de chegada do Estádio Olímpico.
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| Chegada da maratona de Estocolmo |
Quando comecei a estudar para concurso foi igual. Sonhava em ser Perito da Polícia Federal, mas me inscrevi para Agente. Com certeza, ter sido aprovado para Agente me deu forças para continuar estudando para Perito. Quando chegou o momento, já tinha a bagagem e a confiança para conquistar a minha vaga.
domingo, 14 de setembro de 2014
Passar em concurso é simples e eu provarei
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Higor Silva Rosa,
on
08:31
Se você está estudando há algum tempo para concurso e ainda não obteve resultado favorável, pode achar o título desta publicação ofensivo. Na realidade, escrevo justamente para lhe ajudar! Mostrarei que para ser aprovado basta ter 1) tempo, 2) dedicação, 3) paciência e 4) acompanhamento correto.
Você não precisa de materiais caros nem de dedicação exclusiva. Fui aprovado em diversos concursos (PF (agente), Previc, CGU, PF (perito)) com menos de um ano de dedicação, estudando não mais que 20 horas por semana. O que eu tinha a meu favor era o método correto, e isso você também tem grátis e on-line.
Sempre que ajudo alguém a realizar o sonho de ser servidor público, começo a fazê-lo entender isso. Não digo que é fácil, mas que é, de fato, simples: basta seguir o planejamento.
Realmente, sem tempo não existe milagre: é preciso, efetivamente, disponibilizar algum tempo para estudar. Eu, por exemplo, trabalho durante o dia e estudo à noite, enquanto fico com meu filho. Não é nem de perto o ideal, mas é o que eu tenho. Pelo menos, também dou um bom exemplo para ele!
Passar em concurso não é fácil, porque é preciso manter-se dedicado. Então, sem paciência, muitos desistem antes de atingir seus objetivos.
Recentemente, um aluno argumentou que os meus bons resultados poderiam vir da minha formação, e não da dedicação e do método: "passar em concurso em menos de um ano, para quem é do ITA, é fácil... queria ver o senhor correr uma maratona!".
Não podia ter usado analogia melhor: estudar para concurso é muito parecido com preparar-se para uma maratona!
Recentemente, um aluno argumentou que os meus bons resultados poderiam vir da minha formação, e não da dedicação e do método: "passar em concurso em menos de um ano, para quem é do ITA, é fácil... queria ver o senhor correr uma maratona!".
Não podia ter usado analogia melhor: estudar para concurso é muito parecido com preparar-se para uma maratona!
Tenho 1,96 m e 120 kg. Tecnicamente, sou obeso! Acredito que ele quis lançar um desafio em que eu não tivesse vantagem prévia alguma.
Então, o desafio está aceito! Correrei uma maratona nos próximos 12 meses. Colocarei aqui os meus progressos e dificuldades. Com certeza será mais difícil do que a sua aprovação em concurso público!
E quando vou começar? Na realidade, já comecei. O único dia melhor do que hoje para começar era ontem, mas hoje é o melhor ao alcance. Para superar esse desafio, utilizarei os feedbacks do RunKeeper que, aliás, foi o aplicativo que me motivou a desenvolver o QualConcurso.
Boa sorte a todos!
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Ainda não conseguiu passar em concurso? Descubra o motivo
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Higor Silva Rosa,
on
05:56
Muitos candidatos enfrentam o mesmo drama de um internauta que fez mais de 20 concursos públicos em 3 anos e ainda não conseguiu ser aprovado em nenhum.
"Em setembro de 2011 pedi demissão de um grande banco brasileiro, onde exercia o cargo de gerente de relacionamento, para estudar para concurso. Minha esposa já é concursada, está grávida e estou na batalha há quase 3 anos. Já fiz mais de 20 mil questões, quase 25 concursos e não consegui classificação. As pressões externas e a sensação de fracasso são o que mais pesa atualmente, e minhas forças e vontades já não são mais as mesmas. Estou realmente pensando em desistir, pois eu mesmo não estou conseguindo mais me motivar. A fila anda... Mas a minha vez não chega. O que faço?", relatou.
Todos sabem que o projeto requer persistência. Aprender os conteúdos e saber fazer as provas não acontece de uma hora para outra. Mesmo no caso de concursos mais complexos, uma pessoa que estuda corretamente pode levar anos para conseguir a aprovação, mas não muitos.
Quando a fila anda e a sua vez não chega, é preciso ter bom senso: você está mesmo evoluindo? Consegue avaliar o que está dando certo e errado na preparação?
De maneira geral, o problema está relacionado ao uso do tempo. A relação custo-benefício tem de ser muito bem cuidada, para que o candidato não fique patinando, em vez de caminhar para a linha de chegada. Veja a seguir os motivos que podem impedir a aprovação.
1) Falta de foco na hora de estudar
Sem uma rotina, o rendimento fica prejudicado. É preciso ter foco para cumprir o plano de estudos. Desligue a televisão e o computador, e coloque o celular no modo silencioso. Se alguém telefonar, evite atender ou diga que retorna depois. Aos poucos, você se acostuma – e os outros também.
Se acontecer algo inadiável que atrase o início do estudo, não deixe para começar no dia seguinte. Comece atrasado mesmo. Se for possível repor o horário perdido, ótimo. Senão, faça um turno menor, mas estude. Resumindo: decida, planeje e cumpra "cegamente". Não deixe os estudos para daqui a pouco ou para amanhã.
2) Questionamentos eternos
A internet é uma excelente fonte de informações, se bem utilizada. Mas há candidatos que se perdem, buscando o material perfeito, a técnica perfeita de estudo, o link “fantástico” com dicas. Isso ocupa um tempo enorme e alimenta a sensação de que sempre falta alguma coisa.
É preferível qualquer estudo, mesmo que não seja com o material perfeito ou com o método perfeito (que, aliás, não existem), do que estudo nenhum.
3) Falta de objetividade
Tem gente que quer aprofundar demais os conteúdos, desde o início, porque nunca acredita que aprendeu o suficiente. Também procura deduzir todas as fórmulas e conhecer a origem dos conceitos. Assim, perde-se em uma infinidade de materiais ou em resumos intermináveis. O estudo não avança e a pessoa nunca chega a saber o mais importante de todas as disciplinas.
Não estou dizendo que basta decorar as informações. Já foi o tempo em que as provas exigiam somente boa memória. No entanto, não é preciso saber tudo de tudo para ser aprovado. Concurso público não é tese de mestrado ou doutorado, não é pesquisa. Na prova, o importante é marcar a opção certa.
Para isso, basta saber bem os principais conteúdos. Aprofundar é algo que vem com o tempo, numa etapa posterior da preparação, e não no início.
4) Ficar preso em “nós” no conteúdo
Pode acontecer de um assunto isolado ser tão difícil de compreender que é melhor simplesmente deixar para lá. Não adianta gastar um tempo enorme tentando entender um ponto muito difícil, desde que não seja base para a compreensão do que vem a seguir. No futuro, talvez seja possível desatar aquele nó específico.
5) Problemas no ritmo de estudos
Eu gosto da analogia da preparação para concurso com a maratona. E sempre digo que é preciso iniciar devagar e manter um ritmo equilibrado e contínuo. Mas há dois aspectos aí que precisam ser cuidados. O ritmo muito lento é aceitável no início, enquanto o candidato se adapta à nova rotina, organiza a vida e trava os primeiros contatos com as matérias. Depois de algum tempo, é importante que o estudo “ganhe corpo”, ou seja, que o ritmo fique mais forte, para que os resultados possam ser percebidos.
Isso gera uma reação positiva, e realimenta a motivação para manter ou até intensificar (se for possível) o passo. O inverso pode causar desânimo, porque a pessoa se esforça, mas nunca chega a perceber resultado no seu patamar de conhecimento. E esforço sem resultado leva à decepção. Daí para a desistência é um pulo.
6) Não acelerar no final
Mesmo depois de construído um ritmo forte de estudo, é preciso saber ainda apertar a tecla “turbo” quando sai um bom edital. Nesse momento, pode ser preciso um ritmo fortíssimo de estudo, abrindo mão de quase tudo o que não seja estudo (mas preservando a saúde).
Isso porque há alguma novidade no edital e, por mais bem preparado que o candidato esteja, será necessário fazer ajustes finais. E, no mínimo, revisar tudo o que já sabe durante as poucas semanas até o dia da prova.
7) Não saber quando fazer as provas
Não adianta querer fazer uma prova antes de ter visto minimamente os conteúdos que serão cobrados. Nesse caso, os dois meses entre o edital e a prova que o candidato vai usar estudando matérias específicas para aquele concurso (com pouquíssimas chances de aprovação) poderiam ser aproveitados para estudar melhor as disciplinas básicas e ter chances maiores no concurso seguinte.
Por outro lado, há pessoas que se preparam com bastante antecedência, mas quando sai um bom edital passam sempre por algum problema e abandonam o estudo por um tempo. O problema é real, claro, mas não seria impedimento suficiente para a pessoa desistir do projeto. Isso dá a impressão de ser autossabotagem, por medo de lidar com a possibilidade de fracasso (ou de sucesso também).
8) Trocar constantemente de área
Como as pessoas são diferentes, há o inverso: aqueles que querem fazer todas as provas e trocam de foco o tempo todo. Com isso, não investem todos os esforços numa só área nem aproveitam o conhecimento de um concurso para outro. Do mesmo jeito, não são aprovados.
Tem gente que sabe muito, mas não consegue ter um bom aproveitamento na hora da prova. Pode ser por fatores emocionais, falta de estratégia de distribuição de tempo ou de atenção aos enunciados. Alguns candidatos tentam a sorte sem nunca ter resolvido em casa uma prova da mesma banca para conhecer o estilo de questões.
Qualquer que seja o motivo, há solução. É preciso identificar a causa para poder aparar a aresta. Há ainda quem vai para a prova querendo “brigar” com a banca. Normalmente, são candidatos que têm bom conhecimento, mas gastam suas forças querendo provar que a banca examinadora está errada, que as questões foram mal formuladas.
É possível até que tenham razão, mas a melhor conduta, no caso, é tentar entrar na lógica do examinador e marcar a resposta de acordo com o gabarito. Só isso levará à aprovação. Qualquer coisa diferente disso é vaidade infrutífera.
9) Falta de avaliação sobre o desempenho
O resultado de uma prova, mesmo quando não garante a aprovação, é muito importante para o projeto. Avaliar corretamente a pontuação, vendo em quais disciplinas você foi bem e em quais não foi – e o porquê –, oferece um rico indicador para a correção da estratégia.
Para muitos candidatos existe a ilusão de que acertar algo em torno de 50% e 60% é um bom resultado e que, com um pouco mais de estudo, a aprovação estará garantida. Na verdade, esse percentual de acerto é um resultado que se pode conseguir mesmo sem estudo algum, uma questão de probabilidade.
Ou seja, falta praticamente tudo. Não digo isso para desanimar o candidato, mas para que ele possa ter senso de realidade e construir metas concretas para atingir o objetivo desejado. Sem isso, a aprovação não chegará.
10) Descuido com pontos fracos
Seja antes do primeiro concurso ou após a prova, o candidato precisa cuidar dos pontos fracos. Não é necessário saber tudo de cada matéria, mas é ruim ficar vulnerável numa disciplina, porque há editais que exigem um mínimo por matéria isolada. Aí não haverá escapatória. E sempre é possível melhorar o desempenho numa disciplina, seja por meio de exercícios e resolução de provas anteriores.
Se a dificuldade ainda for de compreensão, vale estudar novamente a teoria desde o início com outro professor ou utilizando um novo material.
11) Abandono dos pontos fortes
Ao contrário do que muita gente pensa, se o candidato é muito bom em alguma matéria, não deve abandoná-la, porque o que era conhecido pode cair no esquecimento. É importante manter a excelência naquela disciplina e, se possível, ficar melhor ainda, para garantir um diferencial na hora da prova.
12) A um passo da vitória
Se você leu os itens anteriores com total isenção e chegou à conclusão de que está fazendo tudo certo, apenas por garantia observe se os seus resultados estão melhorando a cada concurso feito.
Se a resposta for positiva, ótimo. Siga adiante porque a aprovação deve estar a poucos passos.
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