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terça-feira, 20 de outubro de 2015

[Concurso Público] Seu futuro é você quem faz

Olá,

Se meus cálculos estiverem corretos, hoje é precisamente 21 de outubro de 2015.

O futuro finalmente chegou!

Sim, é diferente do que todos haviam pensado,mas não se preocupe, significa apenas que o seu futuro ainda não foi escrito. O de ninguém foi.

O seu futuro é o que você faz dele. Então faça um bom!

Dr. Emmett Brown
De Volta para o Futuro



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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Meu maior erro em Concurso Público

Quando se tem o sonho de conquistar uma carreira pública, se dedicar com afinco é fundamental, afinal, as escolhas tomadas nos momentos de estudo, que antecedem o grande dia da prova, são cruciais para o sucesso, ou não, da sua preparação. 

Não é nada agradável a sensação de saber que poderia ter ido melhor em uma ou outra questão, se tivesse estudado mais determinada matéria ou dado a devida atenção a um assunto que você concluiu que não precisava estudar, porque não caiu nos últimos concursos.

A verdade é que se capacitar para prestar um concurso público implica muito empenho e dedicação ao edital como um tudo. Quem estuda com determinação e deseja passar de fato não aceita correr riscos ou pegar atalhos, afinal, ver tempos incontáveis de esforço indo por água abaixo por uma escolha embasada em suposições e preguiça de cobrir todo o edital é o pior fracasso ao qual um candidato pode ser submetido. Como superar o famoso “e se” eu tivesse estudado esse item que deixei para trás? 

Quer saber mais sobre essa experiência e como superá-la? Então, assista ao vídeo no qual o  fundador do QualConcurso, Victor Maia, relata a experiência equivocada de deixar de lado itens  julgados menos relevantes do edital do concurso da Câmara dos Deputados. 




Abreviar os estudos significa abreviar as chances de passar e você não quer isso, quer?

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segunda-feira, 8 de junho de 2015

Concurso é Maratona

Estudar para Concurso Público é muito semelhante a treinar para uma Maratona (42195 m). Primeiro, em ambos tem que haver planejamento:  no Concurso é preciso saber o que e quanto estudar de cada disciplina;  na Maratona como e quanto correr.


Para ser aprovado, é fundamental que o candidato faça simulados. Essas avaliações mostram a sua proficiência em comparação aos demais candidatos, e mais importante: mostram a sua evolução no tempo. Assim é possível saber se está no caminho certo. Analogamente, quem se prepara para Maratona, deve correr distâncias menores.

Também é similar a tensão da véspera: separar o equipamento, revisão dos conteúdos, conhecer o local do exame, a preocupação em não chegar atrasado, etc. 

Para ilustrar essas semelhanças, meses atrás, assumi um compromisso de Correr uma Maratona (já que já havia sido aprovado em diversos concursos). Enfatizei que essas grandes realizações são simples, mas não fáceis de executar. Dependem apenas de tempo, dedicação, paciência e acompanhamento correto.

Pois bem, treinamento feito, promessa cumprida: corri a Maratona de Estocolmo! O evento ocorreu em 31/5/2015 e teve mais de 25 mil participantes.

Largada

Entretanto, não foi fácil. Durante a preparação eu me machuquei, pensei em desistir, tive preguiça, etc. Mas ter o compromisso e ver que estava melhorando a cada dia me fizeram continuar. Assim como em muitos concursos que fiz, a "prova" foi mais dura do que o esperado: estava frio, choveu, ventou... mas valeu MUITO a pena!

Medalha

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Como aperfeiçoar sua força de vontade para passar em concurso


Porque tenho tempo livre e não consigo estudar? Como faço para conseguir realmente estudar, em vez de divagar no que poderia estar fazendo? Neste artigo responderemos essas perguntas sobre como privilegiar o longo prazo ao invés da satisfação instantânea e como o QualConcurso pode lhe ajudar.

Não somos tão racionais quanto acreditamos ser

Nosso cérebro não está acostumado a fazer planejamentos de longo prazo. Até bem pouco tempo, éramos caçadores-coletores e o conceito de planejamento era inexistente. Nosso sistema límbico, responsável pelos instintos, reinava absoluto em nosso cérebro.

O córtex pré-frontal, área do cérebro racional e responsável pelos nossos planos de longo prazo, somente pôde se desenvolver há alguns milhares de anos, e está em constante batalha com nossa natureza animal. Nossa vontade primária não é sentar e estudar por horas. É sair, ver TV, namorar, comer e dormir. Focar nos objetivos de longo prazo não é uma habilidade inata. É algo que se aprende, conhecendo o nosso próprio corpo.

Para ilustrar, imagine que há dois entes em seu cérebro, Albert e Rex:

albert x rex.jpg

Rex é o inquilino mais antigo, mora no sistema límbico. Ele está lá desde os primórdios da vida, e existe antes mesmo de se ter consciência da própria existência. Representa seus medos e instintos. Rex NUNCA pode ser desligado. Está sempre ativo, tomando suas decisões.

Albert habita o córtex pré-frontal. Gostamos de pensar em Albert como o verdadeiro inquilino das nossas cabeças, mas isso não é verdade. Albert acabou de chegar. Ele que contraria Rex e nos faz estudar ao invés de assistir televisão. Mas Albert, como veremos, é velho e cansado. Não aguenta se opor ao Rex o tempo todo. O que estudaremos são formas de preservá-lo, para que possamos usá-lo quando realmente precisarmos.

Nossa força de vontade é finita

Força de vontade é aquilo que nos faz agir contra nossos instintos imediatos de satisfação (como dar aquela olhada rápida no Facebook). Acontece que os estudos sobre o tema apontam que se trata de um recurso finito. É como se, após uma boa noite de sono, acordássemos com nossa força de vontade no máximo. À medida que o dia passa, gastamos esse recurso, muitas vezes com coisas que nem percebemos.

Você sabe bem como é quando a força de vontade acaba. Chega uma hora do dia em que você não quer fazer mais nada de "produtivo". É nessa hora que seu sistema animal "vence", e você se rende aos seus instintos. Quando a força de vontade acaba:
  • Nós não queremos tomar decisões.
  • Temos aversão ao risco. Quando somos obrigados a tomar decisões, tomamos aquela mais fácil, menos arriscada e que menos muda nossas vidas. "Me dê o mais barato", "Pode ser o que você achar melhor", "Vamos deixar como está mesmo" são as respostas comumente dadas. Há um estudo interessantíssimo sobre liberdade condicional dada por juízes em Israel. Prisioneiros que tem os seus pedidos avaliados pela manhã tem 70% a mais de chance de terem a liberdade concedida, pois, à medida que a força de vontade dos juízes vai sendo consumida, eles tendem a tomar decisões menos arriscadas.
  • Rex domina o seu cérebro. Você só consegue fazer coisas que dão prazer imediato. Querer ver TV a noite toda, com a casa suja e cheia de louça para lavar é uma imagem correta deste sintoma.
Mas calma! A ciência já identificou como se consome a força de vontade. Vamos estudá-las, para que você gaste da melhor forma possível esse recurso tão valioso e escasso.

Como gastar melhor sua força de vontade

Crédito ou débito? Carne ou frango? Facebook ou estudo?

Decisões são o grande dreno da força de vontade. Cada decisão que você toma usa um pouco daquela força de vontade que você renova durante o sono. Quanto mais difícil, maior o recurso consumido.
  • Tente não pensar muito no que não é relevante para sua vida: Em vez de escolher o almoço, por exemplo, peça igual ao do seu colega. Nas pequenas decisões do dia a dia, tome a primeira que lhe vier a cabeça. Sua vontade deve ser guardada para assuntos importantes.
  • Trace o planejamento antes de realizar as tarefas, de preferência no dia anterior antes de dormir. Por exemplo, em vez de ir ao supermercado e tomar uma decisão de comprar ou não cada produto que você vê, faça uma lista.

Disciplina e Hábito


Todos que passam em concurso publico dizem: "disciplina é fundamental”. À luz do que acabamos de estudar, faz todo sentido. Disciplina é quando você planeja e executa conforme o planejado. Hábito é fruto da disciplina.

Com planejamento, você toma a decisão antes de executar a tarefa, e assim não gasta sua força de vontade pensando nisso. Já imaginou na academia se, em vez de fazer três séries de quinze em um determinado exercício, você fosse fazer "o que der"? O resultado seria desastroso.

Além de fazer o plano, você deve segui-lo. Se você não faz, o seu sistema límbico (aquele sabotador) saberá, e vai te prejudicar. O tentará a abandonar o plano a todo momento. "Será que seria tão ruim parar por quinze minutinhos para ver o Facebook (sabemos que quinze minutinhos nunca são quinze minutos)", "Será que eu preciso estudar essas três horas mesmo".

Repetir uma ação condiciona nosso cérebro e corpo. Se você planeja estudar uma hora por dia (e consegue) no primeiro dia pode ser difícil. Mas após alguns dias, nem sentirá que estuda. Dito de outra forma, você não terá que "tomar a decisão" de estudar. Fará automaticamente. Assim fica mais fácil gradativamente estudar duas, três ou quatro horas.

Ao realizar o que se planeja, da forma planejada, você manda uma mensagem subliminar ao seu cérebro: não adianta ele "tentar" você. Planejar estudar duas horas, e estudá-las é melhor que planejar oito e estudar três. No primeiro exemplo, você condiciona seu cérebro a fazer isso novamente, sem ter que pensar se "dá para fazer ou não". No segundo, além de ficar frustrado, mandará a mensagem para o seu sistema límbico de que ele é capaz de te fazer mudar de ideia. Como consequência, ele bombardeará sua cabeça quando você estiver tentando fazer algo produtivo.

O Controle de estudos do QualConcurso

O QualConcurso oferece uma ferramenta de planejamento de estudos. Você informa o tempo que pode se dedicar (é incrível o que duas horas diárias de estudo produzem em seis meses!) e o seu objetivo e nós alocamos o tempo de estudo em cada disciplina considerando a sua proficiência (medida nos nossos simulados adaptativos) e a relevância no edital.

Assim, como todas as tarefas necessárias para cobrir o edital do concurso dos seus sonhos cadastradas, você poupa sua força de vontade para o que realmente importa: estudar!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Para passar em concursos, confie na análise de dados, não na intuição



Não é segredo que a aprovação em concurso público, em particular os de melhores remunerações, exige considerável esforço na preparação. Nesse cenário, é cada vez mais comum a busca dos candidatos por ajuda para escolher material, método de estudo, definir meta, etc.

O problema é que muitos "especialistas" do mercado baseiam seus conselhos e treinamentos nas suas intuições. Muitos nem mesmo trilharam o caminho que agora guiam, outros sugerem dicas mirabolantes como estratégias de chute sem o menor embasamento científico. Como prometer "aumentar" ou "multiplicar" as chances de aprovação se nem ao menos podem medir de forma concreta as chances atuais? 

Stephen Dublin, autor do aclamado Freakonomics, recentemente declarou a Universidade de Wharton que decisões baseadas em intuição possuem probabilidade quase nulas de obter resultados ótimos. A excelência só pode ser atingida por meios científicos ou empíricos.

A propósito, o QualConcurso é o único portal a calcular com rigor estatístico as chances de aprovação, além de possuir diversas outras ferramentas fundamentais para uma preparação de alto nível.

Se você sente que se prepara sem reconhecer sua evolução e precisa de ajuda para estudar de forma eficiente e eficaz, nós ficaremos felizes em ajudar:

consultoria@qualconcurso.com.br

www.qualconcurso.com.br



domingo, 28 de setembro de 2014

Pense grande, comece pequeno, melhore sempre

Pense grande

Há duas semanas iniciei um desafio de correr uma maratona em 12 meses. A primeira vista, um sedentário correr mais de 42 km em 1 ano é um objetivo bastante ambicioso. Assim como passar em concurso do zero em 12 meses também é!

Comece pequeno

Como estou acima do peso e não tinha um rotina de exercícios, minhas primeiras atividades foram bem leves! Utilizei um controle disponibilizado por um aplicativo para me ajudar a ter uma meta desafiadora, porém factível. 

Para passar em concurso é o mesmo! Não importa que você seja iniciante ou que tenha pouco tempo disponível para estudar, o importante é dar o primeiro passo. Caso queira se avaliar e montar um plano de estudos, acesse:

www.qualconcurso.com.br


Melhore sempre

Embora ainda não tenha resistência para treinar forte, tenho me exercitado 6x por semana. Em duas semanas já deu para melhorar bastante. Perdi 4 kg e já consigo correr 5 km sem parar. 

Ainda está muito longe da maratona, mas tenho tempo! É excelente ter metas menores. Agora que já consegui 5 km, vou focar em uma corrida de 10 km. Bem mais fácil do que mirar direto na maratona, pois as pequenas vitórias dão motivacão.


Circuito Corujão 5 km 33 min (27 set 2014) 

Corrida Bancorbrás 5 km 35 min (28 set 2014)

Uma técnica de motivação muito eficiente para vencer grandes desafios é se imaginar vitorioso. Já pensou o que vai fazer com o seu generoso salário de servidor? Quando desanimar, faça planos para a sua nova vida! É revigorante.

Pois bem, me inscrevi na Maratona de Estocolmo, que ocorrerá em 30 de maio de 2015. Por que fazer isso tão cedo? Simples, para me motivar e evitar que eu desista. Sempre que acordo com preguiça, me imagino cruzando a linha de chegada do Estádio Olímpico.


Chegada da maratona de Estocolmo

Quando comecei a estudar para concurso foi igual. Sonhava em ser Perito da Polícia Federal, mas me inscrevi para Agente. Com certeza, ter sido aprovado para Agente me deu forças para continuar estudando para Perito. Quando chegou o momento, já tinha a bagagem e a confiança para conquistar a minha vaga.







quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Motivação para o sucesso: "eu posso, eu quero, eu vou conseguir!"

Frequentemente vemos pessoas que sonham em passar em concurso público desanimadas com os maus resultados. Deve-se ter em mente que grandes feitos demandam grandes esforços. O problema é que os candidatos tendem a desistir com as primeiras dificuldades.

Para reflexão, apresentamos a história de Sérgio, filho mais velho de uma família pobre do Paraná. Aos onze anos ele trabalhava como catador de papel, chegando a carregar 300 kg em um único dia. Segundo ele, "trabalho digno, porém de muito sacrifício".




Nas palavras do menino, o dinheiro servia para "ajudar a mãe, comprar as coisas da escola". Mesmo jovem, entendia a importância da educação: "independentemente de quanto eu ganhasse, o importante era eu ir para a escola. A prioridade era a escola". 



Inspirado pelo vizinho eletricista, que tinha uma vida mais confortável, Sérgio seguiu o mesmo caminho, mas não parou. De eletricista virou professor. Depois formou-se em Engenharia Elétrica e hoje é gerente de projetos.

A sabedoria deste vencedor se resume em suas palavras: "não é o dinheiro que faz a diferença, o que a pessoa deseja ela conquista".


terça-feira, 26 de agosto de 2014

Ainda não conseguiu passar em concurso? Descubra o motivo

Muitos candidatos enfrentam o mesmo drama de um internauta que fez mais de 20 concursos públicos em 3 anos e ainda não conseguiu ser aprovado em nenhum.


"Em setembro de 2011 pedi demissão de um grande banco brasileiro, onde exercia o cargo de gerente de relacionamento, para estudar para concurso. Minha esposa já é concursada, está grávida e estou na batalha há quase 3 anos. Já fiz mais de 20 mil questões, quase 25 concursos e não consegui classificação. As pressões externas e a sensação de fracasso são o que mais pesa atualmente, e minhas forças e vontades já não são mais as mesmas. Estou realmente pensando em desistir, pois eu mesmo não estou conseguindo mais me motivar. A fila anda... Mas a minha vez não chega. O que faço?", relatou.
Todos sabem que o projeto requer persistência. Aprender os conteúdos e saber fazer as provas não acontece de uma hora para outra. Mesmo no caso de concursos mais complexos, uma pessoa que estuda corretamente pode levar anos para conseguir a aprovação, mas não muitos.
Quando a fila anda e a sua vez não chega, é preciso ter bom senso: você está mesmo evoluindo? Consegue avaliar o que está dando certo e errado na preparação?
De maneira geral, o problema está relacionado ao uso do tempo. A relação custo-benefício tem de ser muito bem cuidada, para que o candidato não fique patinando, em vez de caminhar para a linha de chegada. Veja a seguir os motivos que podem impedir a aprovação.
1) Falta de foco na hora de estudar
Sem uma rotina, o rendimento fica prejudicado. É preciso ter foco para cumprir o plano de estudos. Desligue a televisão e o computador, e coloque o celular no modo silencioso. Se alguém telefonar, evite atender ou diga que retorna depois. Aos poucos, você se acostuma – e os outros também.
Se acontecer algo inadiável que atrase o início do estudo, não deixe para começar no dia seguinte. Comece atrasado mesmo. Se for possível repor o horário perdido, ótimo. Senão, faça um turno menor, mas estude. Resumindo: decida, planeje e cumpra "cegamente". Não deixe os estudos para daqui a pouco ou para amanhã.
2) Questionamentos eternos
A internet é uma excelente fonte de informações, se bem utilizada. Mas há candidatos que se perdem, buscando o material perfeito, a técnica perfeita de estudo, o link “fantástico” com dicas. Isso ocupa um tempo enorme e alimenta a sensação de que sempre falta alguma coisa.
É preferível qualquer estudo, mesmo que não seja com o material perfeito ou com o método perfeito (que, aliás, não existem), do que estudo nenhum.
3) Falta de objetividade
Tem gente que quer aprofundar demais os conteúdos, desde o início, porque nunca acredita que aprendeu o suficiente. Também procura deduzir todas as fórmulas e conhecer a origem dos conceitos. Assim, perde-se em uma infinidade de materiais ou em resumos intermináveis. O estudo não avança e a pessoa nunca chega a saber o mais importante de todas as disciplinas.
Não estou dizendo que basta decorar as informações. Já foi o tempo em que as provas exigiam somente boa memória. No entanto, não é preciso saber tudo de tudo para ser aprovado. Concurso público não é tese de mestrado ou doutorado, não é pesquisa. Na prova, o importante é marcar a opção certa.
Para isso, basta saber bem os principais conteúdos. Aprofundar é algo que vem com o tempo, numa etapa posterior da preparação, e não no início.
4) Ficar preso em “nós” no conteúdo
Pode acontecer de um assunto isolado ser tão difícil de compreender que é melhor simplesmente deixar para lá. Não adianta gastar um tempo enorme tentando entender um ponto muito difícil, desde que não seja base para a compreensão do que vem a seguir. No futuro, talvez seja possível desatar aquele nó específico.
5) Problemas no ritmo de estudos
Eu gosto da analogia da preparação para concurso com a maratona. E sempre digo que é preciso iniciar devagar e manter um ritmo equilibrado e contínuo. Mas há dois aspectos aí que precisam ser cuidados. O ritmo muito lento é aceitável no início, enquanto o candidato se adapta à nova rotina, organiza a vida e trava os primeiros contatos com as matérias. Depois de algum tempo, é importante que o estudo “ganhe corpo”, ou seja, que o ritmo fique mais forte, para que os resultados possam ser percebidos.
Isso gera uma reação positiva, e realimenta a motivação para manter ou até intensificar (se for possível) o passo. O inverso pode causar desânimo, porque a pessoa se esforça, mas nunca chega a perceber resultado no seu patamar de conhecimento. E esforço sem resultado leva à decepção. Daí para a desistência é um pulo.
6) Não acelerar no final
Mesmo depois de construído um ritmo forte de estudo, é preciso saber ainda apertar a tecla “turbo” quando sai um bom edital. Nesse momento, pode ser preciso um ritmo fortíssimo de estudo, abrindo mão de quase tudo o que não seja estudo (mas preservando a saúde).
Isso porque há alguma novidade no edital e, por mais bem preparado que o candidato esteja, será necessário fazer ajustes finais. E, no mínimo, revisar tudo o que já sabe durante as poucas semanas até o dia da prova.
7) Não saber quando fazer as provas
Não adianta querer fazer uma prova antes de ter visto minimamente os conteúdos que serão cobrados. Nesse caso, os dois meses entre o edital e a prova que o candidato vai usar estudando matérias específicas para aquele concurso (com pouquíssimas chances de aprovação) poderiam ser aproveitados para estudar melhor as disciplinas básicas e ter chances maiores no concurso seguinte.
Por outro lado, há pessoas que se preparam com bastante antecedência, mas quando sai um bom edital passam sempre por algum problema e abandonam o estudo por um tempo. O problema é real, claro, mas não seria impedimento suficiente para a pessoa desistir do projeto. Isso dá a impressão de ser autossabotagem, por medo de lidar com a possibilidade de fracasso (ou de sucesso também).
8) Trocar constantemente de área
Como as pessoas são diferentes, há o inverso: aqueles que querem fazer todas as provas e trocam de foco o tempo todo. Com isso, não investem todos os esforços numa só área nem aproveitam o conhecimento de um concurso para outro. Do mesmo jeito, não são aprovados.
Tem gente que sabe muito, mas não consegue ter um bom aproveitamento na hora da prova. Pode ser por fatores emocionais, falta de estratégia de distribuição de tempo ou de atenção aos enunciados. Alguns candidatos tentam a sorte sem nunca ter resolvido em casa uma prova da mesma banca para conhecer o estilo de questões.
Qualquer que seja o motivo, há solução. É preciso identificar a causa para poder aparar a aresta. Há ainda quem vai para a prova querendo “brigar” com a banca. Normalmente, são candidatos que têm bom conhecimento, mas gastam suas forças querendo provar que a banca examinadora está errada, que as questões foram mal formuladas.
É possível até que tenham razão, mas a melhor conduta, no caso, é tentar entrar na lógica do examinador e marcar a resposta de acordo com o gabarito. Só isso levará à aprovação. Qualquer coisa diferente disso é vaidade infrutífera.
9) Falta de avaliação sobre o desempenho
O resultado de uma prova, mesmo quando não garante a aprovação, é muito importante para o projeto. Avaliar corretamente a pontuação, vendo em quais disciplinas você foi bem e em quais não foi – e o porquê –, oferece um rico indicador para a correção da estratégia.
Para muitos candidatos existe a ilusão de que acertar algo em torno de 50% e 60% é um bom resultado e que, com um pouco mais de estudo, a aprovação estará garantida. Na verdade, esse percentual de acerto é um resultado que se pode conseguir mesmo sem estudo algum, uma questão de probabilidade.
Ou seja, falta praticamente tudo. Não digo isso para desanimar o candidato, mas para que ele possa ter senso de realidade e construir metas concretas para atingir o objetivo desejado. Sem isso, a aprovação não chegará.
10) Descuido com pontos fracos
Seja antes do primeiro concurso ou após a prova, o candidato precisa cuidar dos pontos fracos. Não é necessário saber tudo de cada matéria, mas é ruim ficar vulnerável numa disciplina, porque há editais que exigem um mínimo por matéria isolada. Aí não haverá escapatória. E sempre é possível melhorar o desempenho numa disciplina, seja por meio de exercícios e resolução de provas anteriores.
Se a dificuldade ainda for de compreensão, vale estudar novamente a teoria desde o início com outro professor ou utilizando um novo material.
11) Abandono dos pontos fortes
Ao contrário do que muita gente pensa, se o candidato é muito bom em alguma matéria, não deve abandoná-la, porque o que era conhecido pode cair no esquecimento. É importante manter a excelência naquela disciplina e, se possível, ficar melhor ainda, para garantir um diferencial na hora da prova.
12) A um passo da vitória
Se você leu os itens anteriores com total isenção e chegou à conclusão de que está fazendo tudo certo, apenas por garantia observe se os seus resultados estão melhorando a cada concurso feito.
Se a resposta for positiva, ótimo. Siga adiante porque a aprovação deve estar a poucos passos.
Está com dificuldade de organizar os seus estudos? Precisa melhorar o seu rendimento e estudar com mais objetividade?
Acesse:

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Concursos públicos: se prepare para mudar de vida

Para transformar a própria vida, além de tomar uma boa dose de coragem, é imprescindível mudar de hábitos, comportamentos e atitudes. Um motivo que, atualmente, desperta esse desejo é a insatisfação sentida por alguns profissionais com as regras rígidas e horas extras cada vez mais exigidas na iniciativa privada. Mas o que fazer quando o mercado conta com pessoas cada vez mais disponíveis e qualificadas para atender a todo tempo o chamado de suas organizações?



Trabalhar 40 horas semanais, com momentos tranquilos para almoço, raras ou até inexistentes horas extras e, sobretudo, estabilidade, é considerado um verdadeiro sonho hoje em dia. Mas a realização dessa vontade, para aqueles que não se encantam com as atribulações e responsabilidades atribuídas pelas médias e grandes empresas modernas, pode estar numa carreira pública, a qual oferece uma variedade de cargos para nível médio e superior, com períodos de trabalho e salários tentadores, sobretudo, se comparados aos oferecidos pela maioria das empresas privadas.

Para se ter ideia, somente no governo federal, de acordo com a Lei Orçamentária Anual aprovada pelo Congresso Nacional, estão previstas 67.747 contratações por concursos públicos em 2014. O maior contratante é o Executivo, que dispõe 47.112 cargos vagos, entre eles 4.759 para substituição de funcionários terceirizados. Mesmo com tanta gente entrando, milhares de cargos seguem vagos. Levantamento do Ipea e do Ministério do Planejamento apontam que, em 2015, haverá 250 mil cargos vagos no governo federal.

Mas para essa farta oferta de vagas, capaz de mudar a vida e o humor de muitos profissionais, também existe uma abundante concorrência.  E é aí que começa o desafio. O que estudar? Quanto tempo disponibilizar para os estudos? Como conhecer o estilo de cada banca examinadora? Quais são os meus pontos fortes e fracos? 

São muitos questionamentos que acabam ecoando sem respostas seguras e práticas e fazem o candidato desistir antes mesmo de começar. Se quem está estudando há algum tempo precisa de um direcionamento quanto ao “o que” e “como” estudar, imagine quem decide investir na nova carreira sem qualquer noção do grau de dificuldade da empreitada em que está se metendo.

Para os novatos, é importante saber que já não é de hoje que existem no mercado cursos com professores cuja experiência nas provas e nas bancas examinadoras de concursos faz toda a diferença na hora de decidir a forma de estudar. Os editais para concursos oferecem conteúdos muito extensos, assim, contar com alguém com capacidade de filtrar o que é realmente importante, além de transmitir da forma mais conveniente as matérias, é um passo a frente da concorrência. As consultorias, altamente personalizadas, também têm se sofisticado, à medida que a busca pelas vagas oferecidas pelo governo aumentam, e rendido excelentes resultados para os seus adeptos.

Enfim, hoje, quem almeja verdadeiramente ingressar na carreira pública, conta com uma série de materiais, cursos e consultorias para reforçar seus estudos. A hora é agora e  quem deseja uma transformação no estilo de vida conta com recursos importantes, alguns extremamente completos, para começar ou manter a rotina de estudos de forma eficiente.





sexta-feira, 16 de maio de 2014

Minha chance de aprovação é pequena. E agora?

Algumas pessoas possuem uma posição de relativo conforto no mundo dos concursos: possuem muito conhecimento, muita experiência, várias aprovações, mas nem todos tem essa “sorte”.

O caminho normal é começar mal. É a realidade... não podemos fingir!


O processo de aprender e evoluir é lento e trabalhoso, mas isso é tema para outro artigo. Hoje eu quero mostrar que quem tem uma pequena chance, na verdade pode ter MUITA, se for perseverante.


O resultado de um concurso envolve muita aleatoriedade. Nem por isso você deve deixar de estudar. Independentemente, quanto mais preparado, melhores as suas chances. Entretanto, essa incerteza opera tanto contra quanto a favor. Aí é que entra a persistência!

Suponha que você tenha apenas 10% de chance de aprovação em um determinado concurso. Não dá para dizer que somos favoritos à aprovação, mas nossa vaga está ali! Vendo o outro lado, nesse exemplo temos 90% de chance de insucesso.

Mas e se continuarmos tentando? Vamos supor aqui que a nossa chance não melhore, para sermos conservadores, porque a experiência normalmente faz as chances melhorarem. Se fizermos dois concursos ao invés de apenas um, qual é a nossa chance agora?

A chance de não passarmos em nenhum dos dois agora é 81%. Ou seja, a chance de aprovação é de 19%! E se fizermos 3, 4 ou 10? Veja a tabela abaixo:



A interpretação da tabela é a seguinte: quanto mais a direita, mais preparado é o candidato, ou seja, maior a sua chance em um único concurso. Quando mais para baixo, maior o número de concursos realizados. Quanto mais perto de 100% (verde), melhores a chance de aprovação.

E aí? Vai desistir na primeira dificuldade?

Ficou curioso?

Saiba em www.qualconcurso.com.br quais as suas chances de passar no concurso dos seus sonhos.


quarta-feira, 30 de abril de 2014

O seu futuro só depende de você

Estudar para concurso público implica mais do que vontade de vencer. É necessário planejar, para cumprir cada meta com afinco; ter disciplina, para manter o ritmo, mesmo quando o cansaço começa a tomar conta da mente e do corpo; e buscar motivação, para não esmorecer ante as dificuldades que surgem no caminho. Afinal, o maior adversário de cada aspirante a uma vaga no serviço público é ele mesmo, que vai ser cobrado pela própria consciência ao ver os amigos da iniciativa privada galgando novos e melhores cargos ou colegas da mesma empreitada conquistando o tão sonhado lugar na carreira pública. Tudo isso, enquanto o tempo passa e a incerteza começa a querer atacar como um convite à desistência.



É imprescindível saber que a vida não termina quando se começa a batalhar por uma carreira pública. Ao contrário, começa-se a traçar novos rumos, com novas e melhores perspectivas. Então vamos lá! Cumpra as metas estabelecidas, aprenda com os seus erros, abdique do convite tentador de hoje para aproveitar com gosto o que planejou para amanhã, mesmo que o “amanhã” não esteja tão perto quanto você deseja. 

Respeite o seu tempo e obedeça os seus planos de estudos rigorosamente. Assim, a vitória certamente virá!  

A hora é agora. Não adie mais o seu sonho por achar que milhões de pessoas querem o mesmo que você. Se você fizer a sua parte, será invencível.

Acesse:

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Reflexão sobre resolução de exercícios

O Qual Concurso inaugura uma série de artigos pedagógicos com o objetivo de melhorar o desempenho do candidato nas provas de concurso. Aqui faremos uma reflexão sobre "resolução de exercícios".
Qual a proporção entre o seu tempo de estudo e de resolução de exercícios ?
Existe uma proporção adequada ?
Qual o objetivo da resolução de exercícios na preparação para provas e concursos ?
  1. Aprendizagem de novos conteúdos;
  2. Revisão;
  3. Identificação de lacunas no escopo estudado; e
  4. Calibração do processo de julgamento. 
          • A Finalidade: Do ponto de vista pedagógico, os exercícios são elaborados para identificar o nível de domínio do estudante sobre um assunto. Durante a sua elaboração o avaliador não foca em agregar conhecimento ao estudante. 
          • O conteúdo: Exercícios não podem ser considerados fontes confiáveis de informação. Enquanto que livros de boa qualidade editorial são as melhores fontes de informação e são organizados de forma a otimizar o aprendizado.
          • O Aprendizado: A taxa de agregação de novos conhecimentos por meio da leitura de livros de boa qualidade é incomparavelmente superior à taxa de agração por resolução de exercícios. Faça o teste, escolha dois assuntos totalmente desconhecidos por você: 1) com um deles resolva 10 minutos de exercícios e corrija com o gabarito; e 2) com o outro assunto leia sobre ele durante o mesmo tempo. Ao final, escreva num papel o que você aprendeu sobre cada assunto. O resultado será, no primeiro teste, um "frankstein" obtido da repetição desconexa de trechos das alternativas corretas e dos enunciado das questões. No segundo teste, o resultado será um resumo da sua leitura, mais conexo e lógico do que o anterior. A explicação do resultado é simples. Durante a resolução de exercícios você é exposto a informações que não confia e por isso, inconscientemente, não as armazena. O inverso acontece com a leitura de um texto didaticamente organizado para o aprendizado, pois se pressupõe a sua veracidade do texto no momento da leitura. 
          • Conclusão: A resolução de exercícios proporciona uma efetividade inapropriado para os objetivos 1 e 2, num processo de preparação para provas e concursos dado o tamanho do desafio e o tempo exíguo.
          • Recomendação: Use a leitura e resumo de livros para o Aprendizagem de novos Conteúdos. Use a leitura dos resumos para Revisão. E a Resolução de Exercícios para a Identificação de lacunas no escopo estudado (Objetivo 3) e para a Calibração do Processo de Julgamento (Objetivo 4).
          • A Finalidade: Como visto acima, os exercícios são elaborados para identificar o nível de domínio do estudante sobre um assunto. Esta finalidade está alinhada com o objetivo 3, e por isso utilizar a resolução de exercícios é eficaz para satisfazer o referido objetivo.
          • A Eficácia: A desvantagem em utilizar a resolução de exercícios para satisfazer os objetivos 1 e 2. A sua característica aleatória é inadequada a consolidação do conhecimento (Objetivos 1 e 2). Porém, para o objetivo 3 esta característica aleatória é uma vantagem. Tornando-se eficaz e insubstituível, pois o assunto avaliado independe da capacidade do estudante em definir o que sabe ou não. 





          Meça com um cronômetro o tempo gasto com o estudo (leituras, resumos e etc) e com a resolução de exercícios. 
          Lembre-se: Para alterar uma realidade, é necessário conhecê-la antes. De acordo com Deming "Quem não mede não controla", e Quem não controla não melhora.



          Sim, existe. Não há uma fórmula mágica e exata para todas as disciplinas e todos os alunos, pois existem fatores intangíveis relacionados. Ela depende, por exemplo, do quanto você já conhece sobre determinada matéria e o desempenho do seu processo de julgamento. Já que estabelecer uma proporção exata é inviável, a regra geral é quanto menos você dominar de um assunto, maior deve ser o tempo de leitura e menor o tempo de resolução de exercícios sobre este assunto.

          Os exercícios são comumente usados com os seguintes objetivos: 
          Análise dos exercícios para a consecução dos Objetivos 1 e 2 acima:


          A análise da resolução de exercícios para a consecução do Objetivo 3 - Identificação de lacunas no escopo estudado:

          Dado a sua dimensão e importância, a análise da resolução de exercícios para a consecução do Objetivo 4 - Calibração do Processo de Julgamento-, será publicada em outro artigo. 

          Com o nosso acompanhamento pedagógico você terá melhor rendimento em sua preparação!