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domingo, 28 de setembro de 2014

Pense grande, comece pequeno, melhore sempre

Pense grande

Há duas semanas iniciei um desafio de correr uma maratona em 12 meses. A primeira vista, um sedentário correr mais de 42 km em 1 ano é um objetivo bastante ambicioso. Assim como passar em concurso do zero em 12 meses também é!

Comece pequeno

Como estou acima do peso e não tinha um rotina de exercícios, minhas primeiras atividades foram bem leves! Utilizei um controle disponibilizado por um aplicativo para me ajudar a ter uma meta desafiadora, porém factível. 

Para passar em concurso é o mesmo! Não importa que você seja iniciante ou que tenha pouco tempo disponível para estudar, o importante é dar o primeiro passo. Caso queira se avaliar e montar um plano de estudos, acesse:

www.qualconcurso.com.br


Melhore sempre

Embora ainda não tenha resistência para treinar forte, tenho me exercitado 6x por semana. Em duas semanas já deu para melhorar bastante. Perdi 4 kg e já consigo correr 5 km sem parar. 

Ainda está muito longe da maratona, mas tenho tempo! É excelente ter metas menores. Agora que já consegui 5 km, vou focar em uma corrida de 10 km. Bem mais fácil do que mirar direto na maratona, pois as pequenas vitórias dão motivacão.


Circuito Corujão 5 km 33 min (27 set 2014) 

Corrida Bancorbrás 5 km 35 min (28 set 2014)

Uma técnica de motivação muito eficiente para vencer grandes desafios é se imaginar vitorioso. Já pensou o que vai fazer com o seu generoso salário de servidor? Quando desanimar, faça planos para a sua nova vida! É revigorante.

Pois bem, me inscrevi na Maratona de Estocolmo, que ocorrerá em 30 de maio de 2015. Por que fazer isso tão cedo? Simples, para me motivar e evitar que eu desista. Sempre que acordo com preguiça, me imagino cruzando a linha de chegada do Estádio Olímpico.


Chegada da maratona de Estocolmo

Quando comecei a estudar para concurso foi igual. Sonhava em ser Perito da Polícia Federal, mas me inscrevi para Agente. Com certeza, ter sido aprovado para Agente me deu forças para continuar estudando para Perito. Quando chegou o momento, já tinha a bagagem e a confiança para conquistar a minha vaga.







domingo, 30 de março de 2014

Representação Gráfica do Concurso e da Preparação do Candidato

Este post poderia ter um outro nome: "O Diagrama de Venn do Concurso Público."



O Diagrama de Venn é aquele diagrama que aprendemos no ensino fundamental sobre a Teoria de Conjuntos com conceitos de União e Interseção de conjuntos, bastante cobrados nas provas de Raciocínio Lógico.


Figura 1 - Conjunto Universo de Conhecimento e Delimitação do Edital


Figura 2 - Preparação mais comum
Figura 3 - Comparação da Prova com a Preparação Comum


Notável, também, é a grande quantidade de conteúdo previsto no edital, estudado pelo aluno (dentro da elipse vermelha) e que não foi avaliada na prova. Este fato faz emergir duas questões importantes: 

1) É possível diminuir a região dentro da elipse vermelha que não foi avaliada na prova? Ou seja, estudar menos assuntos que não serão cobrados na prova? e 

2) É possível diminuir a região da elipse azul não coberta pela elipse vermelha (Preparação do Candidato)? Ou seja, diminuir os assuntos cobrados na prova e não estudados pelo candidato?

O restante do texto apresenta uma resposta para estas perguntas.

Considere a Alternativa 1 apresentada na Figura 4. Esta alternativa é impraticável pois o conteúdo dos editais é muito grande e evolui constantemente, por exemplo, nas disciplinas de Direito a jurisprudência, novas leis e emendas constitucionais são fonte de questões inéditas. Na disciplina de Noções de Informática conceitos novos como Redes Sociais, Cloud Computing (Computação na Nuvem) vêm tomando o espaço de assuntos mais antigos como Intranet e Correio Eletrônico, os novos Navegadores (Chrome e Firefox) vem tomando o espaço do Internet Explorer no Mercado Corporativo e nos concursos, o Windows XP foi substituído pelo Windows 7 nos órgãos públicos e também nas questões de prova. Ou seja, nada mais natural que uma mudança social, legislativa ou corporativa se reflita nas provas e seleções. 

Figura 4 - Alternativa 1: Estudo com completeza (Impraticável) 

Figura 5 - Alternativa 2: Estudo do conteúdo exato (Improbidade)

Figura 6: Alternativa 3: Estudo Estratégico




A representação gráfica do funcionamento preparação do candidato facilita o entendimento do Projeto de vida em que se encontra trabalhando, ou seja, ser aprovado numa seleção de um cargo público.

Considere que o Conjunto de todos os conhecimentos esteja representado no retângulo cinza da Figura 1 abaixo, e que a região amarela delimite os conhecimentos elencados no edital.

Agora, repare na Figura 2 o resultado da preparação mais comum de um candidato às vésperas de uma prova. Com o tempo exíguo e novos conteúdos sendo adicionados aos editais, os candidatos não têm tempo suficiente para estudar todo o conteúdo passível de cobrança. Não é raro também encontrar uma situação em que durante a preparação o candidato estudou conteúdos não previstos no edital, ou seja, a elipse vermelha extrapola a região amarela.


A Figura 3 descreve uma situação que estamos bem acostumados. Os pontinhos azuis representam as questões da prova. O conteúdo cobrado na prova está dentro do conteúdo previsto no edital, porém não houve tempo suficiente para estudá-lo. Esta situação está representada pela parte da elipse azul que se encontra fora da região da elipse vermelha. 


Agora, considere a Alternativa 2 apresentada na Figura 5. Esta alternativa é meramente teórica, pois a sua prática só seria viabilizada se o candidato tivesse acesso às questões da prova. Tal improbidade não é considerada no processo de preparação do candidato sério.

A alternativa sugerida pelo Qual Concurso encontra-se na Figura 6 abaixo. Utilizando esta estratégia, como uma regra geral, você estudará primeiro o que é mais cobrado. E depois o que for menos cobrado. Utilizará a estatística das provas anteriores para definir a sequência em que vai estudar os assuntos de cada disciplina. 

Não se esqueça de, em cada disciplina, iniciar os seus estudos pelos seus princípios balizadores. Eles formam a sua base cognitiva para agregar o conhecimento de forma consistente, rápida e duradoura e te proporcionam segurança na hora de julgar os itens das provas.


Perceba que há muita diferença entre a recomendação "Estudar somente o que é mais cobrado" e "Estudar primeiro o que é mais cobrado". A segunda recomendação tem maior chance de sucesso pois está associada a um processo estruturado e contínuo de preparação, enquanto que a primeira à um processo de preparação casuístico e sujeito a interrupção.

Por fim, os candidatos geralmente têm dificuldade de entender que se encontram numa situação em que os recursos a sua disposição não são suficientes para satisfazer 100% das tarefas necessárias para uma preparação perfeita, ou impecável. O principal recurso neste caso é o tempo.

Para você entender e se situar neste contexto, imagine a seguinte situação hipotética: Você é uma Mãe (ou um Pai) e possui dois filhos. E um dos filhos está severamente mais abatido e doente do que o outro. A família passar por uma situação financeira bem difícil e por isso não tem comida suficiente para eles.

Qual é a sua decisão ao distribuir o alimento? Divide o alimento ao meio para alimentá-los igualmente? Alimentará somente o filho mais enfraquecido e doente? Dividirá o alimento numa outra proporção que não ao meio?

Sabemos que neste tipo de situação, independente da decisão da Mãe: 1) o alimento não será suficientemente satisfatório; e 2) Não há solução correta ou ideal.

O equivalente ocorre num processo de preparação. Alguns assuntos ficarão carentes de atenção, uns mais outros menos. E no início da preparação, alguns estarão temporariamente desamparados aguardando a sua vez.

A estatística das provas anteriores, combinado com o conhecimento do sequenciamento lógico dos assuntos de cada disciplina, é o meio mais eficaz para definir a sequência de assuntos que te levarão mais rápido a aprovação.

Mas como um candidato que não domina o assunto a ser estudado vai definir esta sequência? E um candidato deveria gastar o seu precioso tempo de estudo calculando estas estatísticas das provas anteriores?

O Qual Concurso vai oferecer aos seus concursandos este resultado pronto e separado por disciplina, para que você se dedique exclusivamente a tarefa do aprendizado.

Siga as publicações do Qual Concurso e acompanhe de perto importantes instruções de como otimizar o seu processo de preparação.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Níveis parecidos, recomendações diversas - estudo de caso: Polícia Federal

Neste artigo mostraremos que candidatos com níveis parecidos de conhecimento podem ter recomendações diversas quanto à Qual Concurso tentar. Analisamos o caso de nove alunos, intitulados  de A a I, que pretendem ingressar na Polícia Federal, mas não sabem em qual cargo teriam mais chance. As carreiras consideradas foram a de Agente, Escrivão, Delegado e Papiloscopista.


A primeira parte do trabalho consistiu em checar quais são as disciplinas relevantes nesses cargos. Pelo número e peso das questões, montamos a tabela abaixo. Assim, temos que essas 22 matérias contêm todos os quatro editais em análise.

Proporção de questões das diferentes disciplinas cobradas em cada uma das carreiras


Depois, avaliamos o conhecimento dos nove candidatos por meio de simulados. Para uma avaliação completa, cada concursando realizou uma prova de cada matéria. Os resultados estão na tabela padronizada abaixo (normalizada com média zero e desvio-padrão um). Para interpretar os resultados, o raciocínio é o seguinte: quanto maior o número, maior o conhecimento naquela matéria. O resultado 2,00 - por exemplo - indica que o candidato está entre os 2,5% melhores. Já resultados negativos, indicam que o concursista está abaixo da média na disciplina.

Nível de conhecimento dos candidatos em cada uma das 22 disciplinas


Repare que, na média, o conhecimento dos alunos não é muito diferente. Todos estão próximos de um desvio-padrão da média. O que indica que são candidatos entre os 15% melhores. Entretanto o conhecimento de cada um deles nas matérias é bem diverso. Esse conhecimento médio é irrelevante para estimar o sucesso nos concursos. Precisamos saber especificamente o conhecimento em cada um desses concursos. É isso que a tabela abaixo apresenta.

Nível de conhecimento dos candidatos em cada um dos concursos


Então, como conhecemos a habilidade de cada candidato em cada concurso, estimamos o seu desempenho nos quatro certames. Esses resultados são cruzados com os resultados reais dos aprovados, assim temos uma estimativa de como eles se sairiam nas provas reais. Então sabemos as suas chances de estarem aprovados em todos eles!

Probabilidade de aprovação em cada um dos concursos


O resultado deve ser avaliado para cada candidato (coluna). Quanto mais verde, maior a chance de aprovação. Assim, o candidato A deve optar pela carreira de Papiloscopista, pois é nela que possui maior chance de aprovação (16,9%). O candidato B para Delegado, e assim sucessivamente.

Todos esses cálculos envolvem modelos estatísticos complexos. Entretanto, essa não é a sua preocupação. Tudo que você precisa fazer é estudar (muito!) e fazer os simulados. Nós te damos a direção certa mostramos a sua evolução até a a aprovação.

O melhor é que o Qual Concurso não te avalia apenas em quatro carreiras. Nós temos mais de 1000 carreiras em nosso banco de dados. Com apenas poucos simulados, estimamos o seu desempenho em todos eles. Você descobrirá que tem chance em concursos que nem mesmo sabia da existência!

O que você está esperando?

Cadastre-se em www.qualconcurso.com.br, e seja um dos primeiros a utilizar a ferramenta. O lançamento está próximo!

domingo, 5 de janeiro de 2014

O que o QualConcurso faz por você


O objetivo do QualConcurso é oferecer ao concursando uma ferramenta que subsidie o processo de escolha de qual carreira aplicar, e depois, ajudá-lo a concretizar esse objetivo. Indiretamente, este mesmo produto proporcionará ao usuário um acompanhamento da probabilidade de passar no concurso escolhido, bem como um direcionamento das matérias a estudar. Resumidamente, a proposta é responder as seguintes perguntas:
  • Qual concurso devo fazer? 
  • Como a minha chance de passar está variando no tempo? 
  • O que eu devo estudar?





Para saber QualConcurso fazer, é preciso saber aquele em que temos se tem mais chances de aprovação. Isso exige que saibamos o quão bons somos nas matérias cobradas nos concursos. Para acessar essas proficiências, o QualConcurso realiza simulados.

Os simulados contêm questões das diversas matérias presentes nos concursos. Nosso banco de dados tem mais de 300 mil questões de mais 200 matérias. Mas com poucos simulados (Português, Direito Constitucional e Administrativo, Raciocínio Lógico e Informática, por exemplo) já é possível prever com bastante precisão o resultado do concursista.

O legal é que os simulados são adaptativos, ou seja, eles se adéquam ao nível de conhecimento do aluno. Quando você erra a pergunta, o sistema envia uma questão mais fácil, se acerta, ocorre o oposto, uma questão mais difícil é oferecida. Então cada um resolve um simulado diferente, especialmente desenhado para ele!

Uma vez calculada a probabilidade de passar em um determinado concurso, eu consigo responder, ao longo do tempo, como essa probabilidade varia. Isso responde a segunda pergunta. E qual o valor disso?

Imagine que você está se preparando para um certame. Você sabe que as carreiras top normalmente exigem anos de preparação. Você não estaria interessado em acessar objetivamente quão próximo você está chegando do seu objetivo? Esse tipo de ferramenta serve indiretamente para você avaliar seu processo de aprendizagem. Suponha que você esteja fraco em Português e resolve comprar uma gramática. Após 1 mês estudando você pode refazer um simulado de português e o sistema te retorna o quanto você melhorou (ou não) na matéria. O mesmo raciocínio serve para o cliente avaliar objetivamente cursinhos, métodos de estudo, etc.

Como nos mensuramos relativamente o desempenho por matéria e sabemos o peso de cada matéria, outro output é um plano de estudos, com a proporção “ótima de cada matéria”. Isso responde a terceira pergunta “o que estudar?”.

Parece mágica, não é? Mas é ciência pura!