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quarta-feira, 16 de setembro de 2015
4 fatos que mudarão a maneira como você vê a suspensão de concursos
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Higor Silva Rosa,
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12:35
1) Vai ter concurso, sim!
Os concursos já autorizados estão mantidos, assim como haverá nomeações dentro do número de vagas e do prazo de validade final dos concursos. Vale lembrar que o esforço fiscal previsto pelo governo, em 2016, não afeta os concursos das empresas estatais nem dos outros entes federativos (Estados e Municípios).
2) Procuram-se novos servidores
Há, na maioria dos órgãos, servidores que se mantêm na ativa devido ao abono de permanência, mesmo em idade apropriada para se aposentarem. Com a saída natural de servidores, em fim de carreira, e daqueles que se retirarem em vista do fim daquele benefício, novas vagas explodirão. Vale lembrar que falecimentos e exonerações implicam reposição de cargos e que o preenchimento dos cargos criados por lei ainda está aquém das necessidades do país.
3) Aproveite o momento
É essencial que os candidatos para concursos, antes de se empenharem no estudo para editais específicos, construam uma base forte de conhecimento, o que só é possível ser feito com calma, dedicação e sem a preocupação de cobrir as diversas matérias contempladas em qualquer edital. E, sejamos honestos, ser aprovado em concurso exige meses de preparação. Quem aproveitar o tempo sem os concursos federais para se capacitar, sairá na frente de muitos quando aqueles certames forem voltarem a ser promovidos.
4) Os fortes entenderão
Estudar para concurso não é fácil. Alguns candidatos, acometidos de uma “miopia estratégica”, sem perspectiva de curto prazo, abandonarão o sonho da carreira pública. Aqueles que mantiverem o foco, serão os mais prováveis ocupantes dos cargos temporariamente suspensos.
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
Parentes se unem nos estudos para alcançar o sonho de ingressar no serviço público
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Higor Silva Rosa,
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06:08
Mais do que um incentivo para estudar para concursos, a crise econômica está contribuindo para aproximar familiares em torno de um objetivo comum: conseguir o sonhado ingresso no serviço público. Pais e filhos, tios e sobrinhos estão tendo no aprendizado conjunto o reforço necessário para fixar o conteúdo obtido em sala de aula ou mesmo em casa. Em muitos casos, a busca por uma vaga no funcionalismo costuma deixar candidatos tão ansiosos que, para se concentrar, acabam se afastando de amigos e da própria família. Fazer exercícios com parentes ajuda a romper esse isolamento. E, assim como nos estudos em grupo entre colegas e amigos, contribui para a assimilação das disciplinas.
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| Estudar em família com o QualConcurso fica mais fácil |
Para a estudante Andressa Domingues, 21 anos, estudar com o pai, o servidor público Nilson Santos, 55, é um fator de equilíbrio emocional. “A presença dele por perto me ajuda a conter um pouco o estresse”, diz ela. Para Nilson, o método favorece a troca de estímulos. “É gratificante, para ambos, ver o esforço do outro nos estudos. Como convivemos no dia a dia, sabemos das nossas dificuldades, e o objetivo comum nos fortalece”, afirma.
O arrocho no orçamento familiar foi um dos principais motivos de Santos para voltar a estudar. Funcionário da Secretaria de Educação, Cultura e Esportes de Goiás, Santos diz que a estabilidade que tem como servidor não é mais motivo de satisfação. “Está tudo muito caro, e parece que a tendência é só piorar. Fui a um posto de combustíveis nesta semana e o frentista disse que a gasolina poderá ser reajustada até o fim do ano. Desse jeito, não tem bolso que aguente”, lamenta. Formada em letras desde o mês passado, Andressa perdeu o interesse pelo último emprego.“Larguei um trabalho com carteira assinada no fim de 2014 porque não conseguia vislumbrar progressão ou melhoria de salário”, afirma.
Desafio
Professor de educação física em um colégio do Novo Gama (GO), as dificuldades de Nilson Santos vão além do pouco tempo de estudo. “A última vez que frequentei um cursinho preparatório foi em 1992. Naquela época, estava com a cabeça mais arejada, e era mais fácil absorver os conteúdos das matérias. Voltar a mergulhar nos livros agora é um grande desafio”, constata. Como só têm os fins de semana para estudar, ele e a filha usam o tempo disponível, principalmente, para realizar exercícios. “Acho que eu o ajudo a tirar dúvidas, e ele me auxilia a ser mais atenciosa a detalhes que, às vezes, passam despercebidos”, diz Andressa. Como tem mais tempo para estudar, ela diz que procura ser paciente para acompanhar o ritmo de aprendizado do pai.
Dificuldades
Com a margem de lucro apertada, o comerciante Cleidiomar Martins, 40 anos, decidiu prestar o concurso do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de olho nos salários de R$ 5.259,87 para técnico, e de R$ 7.869,09 para analista. “Se passar, vou ficar indeciso. O pensamento de todo empresário é de vencer desafios. A estabilidade, no entanto, certamente pesaria na balança”, diz ele, que estuda com o sobrinho Pedro Marcos Martins, 18.
Apesar de irem às aulas do cursinho juntos, Pedro revela que o tio embarcou nos estudos mais para incentivá-lo. “Vamos à biblioteca e resolvemos questões juntos, mas ele vai mais para me motivar. Ele me ajuda dando dicas e me encoraja a estudar todos os dias”, diz ele, que está concluindo o ensino médio. “Meu sonho é passar em um concurso, pagar meu próprio curso de direito e, um dia, ser procurador.”
Disciplina é fundamental
O estudo em família tem suas vantagens, desde que os envolvidos tenham empatia e uma relação de sociabilidade, observa Mário César Ferreira, professor do Departamento de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB), especialista em psicologia do trabalho. “Tendencialmente, do ponto de vista mais geral, os vínculos existentes entre os membros de um grupo podem ser facilitadores do processo do aprendizado. Estudar em família pode ser positivo, desde que sejam observados alguns critérios”, destaca.
Segundo Ferreira, o resultado pode ser negativo se o excesso de intimidade e de convivência começar a prejudicar a seriedade do trabalho. “Estudar em grupo nada mais é do que trabalhar em grupo. Para fazer isso, é preciso ter regras, rotina, pontualidade, disciplina e proatividade. É necessário ter os ingredientes típicos de um ambiente de trabalho profissional”, explica.
Sem planejamento e método, reforça o professor, o estudo em família pode comprometer os resultados. “Estudar em família ou em grupo não é apenas dividir o mesmo ambiente. Para que o estudo seja otimizado e tenha eficácia, é preciso que se faça um planejamento entre os familiares, ainda que o tempo disponível de cada um deles seja apenas o fim de semana”, ressalta o professor.
Diferenças
"Além disso, os integrantes do grupo precisam respeitar o processo pessoal de cada um na assimilação dos conhecimentos. As pessoas têm modos diferentes de guardar e organizar as informações. Essa personalização é fundamental”, reforça Ferreira.
A diferença no grau de preparação é, normalmente, o principal obstáculo em situações que reúnem pessoas com tempos de estudo desiguais. No entanto, as dificuldades podem ser contornadas.
Dicas de especialistas
É importante ter paciência. Passar em um concurso exige tempo de estudo. Poucos são os candidatos que conseguem a aprovação “de um dia para o outro”.
- Conheça a banca examinadora. Faça leituras estratégicas e reforce os conteúdos que mais costumam ser cobrados nas provas. Consulte obras de professores com estatísticas sobre os temas mais abordados.
- Faça e refaça exercícios e provas anteriores do órgão almejado, mesmo que de bancas diferentes. Ter apenas conhecimento do conteúdo teórico não é garantia de aprovação. O QualConcurso disponibiliza questões gratuitas para serem resolvidas, além de planos com Simulados adaptativos, por meio dos quais as questões são apresentadas por nível de dificuldade e este aumenta ou diminui de acordo com osacertos e erros do candidato.
- Elabore um bom plano de estudos. Isso garantirá um aprendizado melhor do conteúdo e não apenas o decoreba. Crie um roteiro que permita a alternância de disciplinas para não fatigar a mente. Ao aderir a um dos planos do QualConcurso, o candidato conta com a distribuição do tempo disponível para estudar pelas disciplinas do concurso para o qual o está se preparando, levando em consideração tanto a relevância da disciplina no edital (número de questões e peso) quanto a proficiência dele, medida nos Simulados, em cada uma delas.
- Cuide do corpo e da mente. Atividades físicas e alimentação saudável podem contribuir para um melhor poder de concentração.
- Defina seu objetivo. Fazer todos os concursos que saem não é a melhor estratégia para entrar no serviço público. É necessário reconhecer as aptidões e focar em carreiras mais adequadas ao próprio perfil. O QualConcurso, com base na proficiência do candidato nos Simulados que disponibiliza, indica os concursos que ele tem mais chances de passar.
- Os candidatos que têm menos tempo para estudo devem priorizar, principalmente, as matérias com maior peso. Vale a pena usar a área de Controle de Estudos do QualConcurso que organiza as matérias que devem ser priorizadas com base nas informações fornecidas pelo próprio candidato.
- É superando as dificuldades que o candidato conseguirá uma vaga no funcionalismo. Candidatos devem focar nas matérias em que têm mais dificuldade.
- Estudar junto pressupõe empatia entre os membros de um grupo, sejam eles familiares ou não. Por isso, é importante ter um vínculo positivo com os parceiros de estudo.
- Estabeleça um planejamento das atividades em dupla ou grupo. Trace um cronograma, com encontros regulares, em dias e horários pré-determinados.
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Como aperfeiçoar sua força de vontade para passar em concurso
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Higor Silva Rosa,
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09:35
Porque tenho tempo livre e não consigo estudar? Como faço para conseguir realmente estudar, em vez de divagar no que poderia estar fazendo? Neste artigo responderemos essas perguntas sobre como privilegiar o longo prazo ao invés da satisfação instantânea e como o QualConcurso pode lhe ajudar.
Não somos tão racionais quanto acreditamos ser
Nosso cérebro não está acostumado a fazer planejamentos de longo prazo. Até bem pouco tempo, éramos caçadores-coletores e o conceito de planejamento era inexistente. Nosso sistema límbico, responsável pelos instintos, reinava absoluto em nosso cérebro.
O córtex pré-frontal, área do cérebro racional e responsável pelos nossos planos de longo prazo, somente pôde se desenvolver há alguns milhares de anos, e está em constante batalha com nossa natureza animal. Nossa vontade primária não é sentar e estudar por horas. É sair, ver TV, namorar, comer e dormir. Focar nos objetivos de longo prazo não é uma habilidade inata. É algo que se aprende, conhecendo o nosso próprio corpo.
Para ilustrar, imagine que há dois entes em seu cérebro, Albert e Rex:
Rex é o inquilino mais antigo, mora no sistema límbico. Ele está lá desde os primórdios da vida, e existe antes mesmo de se ter consciência da própria existência. Representa seus medos e instintos. Rex NUNCA pode ser desligado. Está sempre ativo, tomando suas decisões.
Albert habita o córtex pré-frontal. Gostamos de pensar em Albert como o verdadeiro inquilino das nossas cabeças, mas isso não é verdade. Albert acabou de chegar. Ele que contraria Rex e nos faz estudar ao invés de assistir televisão. Mas Albert, como veremos, é velho e cansado. Não aguenta se opor ao Rex o tempo todo. O que estudaremos são formas de preservá-lo, para que possamos usá-lo quando realmente precisarmos.
Nossa força de vontade é finita
Força de vontade é aquilo que nos faz agir contra nossos instintos imediatos de satisfação (como dar aquela olhada rápida no Facebook). Acontece que os estudos sobre o tema apontam que se trata de um recurso finito. É como se, após uma boa noite de sono, acordássemos com nossa força de vontade no máximo. À medida que o dia passa, gastamos esse recurso, muitas vezes com coisas que nem percebemos.
Você sabe bem como é quando a força de vontade acaba. Chega uma hora do dia em que você não quer fazer mais nada de "produtivo". É nessa hora que seu sistema animal "vence", e você se rende aos seus instintos. Quando a força de vontade acaba:
- Nós não queremos tomar decisões.
- Temos aversão ao risco. Quando somos obrigados a tomar decisões, tomamos aquela mais fácil, menos arriscada e que menos muda nossas vidas. "Me dê o mais barato", "Pode ser o que você achar melhor", "Vamos deixar como está mesmo" são as respostas comumente dadas. Há um estudo interessantíssimo sobre liberdade condicional dada por juízes em Israel. Prisioneiros que tem os seus pedidos avaliados pela manhã tem 70% a mais de chance de terem a liberdade concedida, pois, à medida que a força de vontade dos juízes vai sendo consumida, eles tendem a tomar decisões menos arriscadas.
- Rex domina o seu cérebro. Você só consegue fazer coisas que dão prazer imediato. Querer ver TV a noite toda, com a casa suja e cheia de louça para lavar é uma imagem correta deste sintoma.
Mas calma! A ciência já identificou como se consome a força de vontade. Vamos estudá-las, para que você gaste da melhor forma possível esse recurso tão valioso e escasso.
Como gastar melhor sua força de vontade
Crédito ou débito? Carne ou frango? Facebook ou estudo?
Decisões são o grande dreno da força de vontade. Cada decisão que você toma usa um pouco daquela força de vontade que você renova durante o sono. Quanto mais difícil, maior o recurso consumido.
- Tente não pensar muito no que não é relevante para sua vida: Em vez de escolher o almoço, por exemplo, peça igual ao do seu colega. Nas pequenas decisões do dia a dia, tome a primeira que lhe vier a cabeça. Sua vontade deve ser guardada para assuntos importantes.
- Trace o planejamento antes de realizar as tarefas, de preferência no dia anterior antes de dormir. Por exemplo, em vez de ir ao supermercado e tomar uma decisão de comprar ou não cada produto que você vê, faça uma lista.
Disciplina e Hábito
Todos que passam em concurso publico dizem: "disciplina é fundamental”. À luz do que acabamos de estudar, faz todo sentido. Disciplina é quando você planeja e executa conforme o planejado. Hábito é fruto da disciplina.
Com planejamento, você toma a decisão antes de executar a tarefa, e assim não gasta sua força de vontade pensando nisso. Já imaginou na academia se, em vez de fazer três séries de quinze em um determinado exercício, você fosse fazer "o que der"? O resultado seria desastroso.
Além de fazer o plano, você deve segui-lo. Se você não faz, o seu sistema límbico (aquele sabotador) saberá, e vai te prejudicar. O tentará a abandonar o plano a todo momento. "Será que seria tão ruim parar por quinze minutinhos para ver o Facebook (sabemos que quinze minutinhos nunca são quinze minutos)", "Será que eu preciso estudar essas três horas mesmo".
Repetir uma ação condiciona nosso cérebro e corpo. Se você planeja estudar uma hora por dia (e consegue) no primeiro dia pode ser difícil. Mas após alguns dias, nem sentirá que estuda. Dito de outra forma, você não terá que "tomar a decisão" de estudar. Fará automaticamente. Assim fica mais fácil gradativamente estudar duas, três ou quatro horas.
Ao realizar o que se planeja, da forma planejada, você manda uma mensagem subliminar ao seu cérebro: não adianta ele "tentar" você. Planejar estudar duas horas, e estudá-las é melhor que planejar oito e estudar três. No primeiro exemplo, você condiciona seu cérebro a fazer isso novamente, sem ter que pensar se "dá para fazer ou não". No segundo, além de ficar frustrado, mandará a mensagem para o seu sistema límbico de que ele é capaz de te fazer mudar de ideia. Como consequência, ele bombardeará sua cabeça quando você estiver tentando fazer algo produtivo.
O Controle de estudos do QualConcurso
O QualConcurso oferece uma ferramenta de planejamento de estudos. Você informa o tempo que pode se dedicar (é incrível o que duas horas diárias de estudo produzem em seis meses!) e o seu objetivo e nós alocamos o tempo de estudo em cada disciplina considerando a sua proficiência (medida nos nossos simulados adaptativos) e a relevância no edital.
Assim, como todas as tarefas necessárias para cobrir o edital do concurso dos seus sonhos cadastradas, você poupa sua força de vontade para o que realmente importa: estudar!
domingo, 28 de setembro de 2014
Pense grande, comece pequeno, melhore sempre
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Higor Silva Rosa,
on
08:44
Pense grande
Há duas semanas iniciei um desafio de correr uma maratona em 12 meses. A primeira vista, um sedentário correr mais de 42 km em 1 ano é um objetivo bastante ambicioso. Assim como passar em concurso do zero em 12 meses também é!
Comece pequeno
Como estou acima do peso e não tinha um rotina de exercícios, minhas primeiras atividades foram bem leves! Utilizei um controle disponibilizado por um aplicativo para me ajudar a ter uma meta desafiadora, porém factível.
Para passar em concurso é o mesmo! Não importa que você seja iniciante ou que tenha pouco tempo disponível para estudar, o importante é dar o primeiro passo. Caso queira se avaliar e montar um plano de estudos, acesse:
www.qualconcurso.com.br
Melhore sempre
Embora ainda não tenha resistência para treinar forte, tenho me exercitado 6x por semana. Em duas semanas já deu para melhorar bastante. Perdi 4 kg e já consigo correr 5 km sem parar.
Ainda está muito longe da maratona, mas tenho tempo! É excelente ter metas menores. Agora que já consegui 5 km, vou focar em uma corrida de 10 km. Bem mais fácil do que mirar direto na maratona, pois as pequenas vitórias dão motivacão.
Uma técnica de motivação muito eficiente para vencer grandes desafios é se imaginar vitorioso. Já pensou o que vai fazer com o seu generoso salário de servidor? Quando desanimar, faça planos para a sua nova vida! É revigorante.
Pois bem, me inscrevi na Maratona de Estocolmo, que ocorrerá em 30 de maio de 2015. Por que fazer isso tão cedo? Simples, para me motivar e evitar que eu desista. Sempre que acordo com preguiça, me imagino cruzando a linha de chegada do Estádio Olímpico.
Quando comecei a estudar para concurso foi igual. Sonhava em ser Perito da Polícia Federal, mas me inscrevi para Agente. Com certeza, ter sido aprovado para Agente me deu forças para continuar estudando para Perito. Quando chegou o momento, já tinha a bagagem e a confiança para conquistar a minha vaga.
Há duas semanas iniciei um desafio de correr uma maratona em 12 meses. A primeira vista, um sedentário correr mais de 42 km em 1 ano é um objetivo bastante ambicioso. Assim como passar em concurso do zero em 12 meses também é!
Comece pequeno
Como estou acima do peso e não tinha um rotina de exercícios, minhas primeiras atividades foram bem leves! Utilizei um controle disponibilizado por um aplicativo para me ajudar a ter uma meta desafiadora, porém factível.
Para passar em concurso é o mesmo! Não importa que você seja iniciante ou que tenha pouco tempo disponível para estudar, o importante é dar o primeiro passo. Caso queira se avaliar e montar um plano de estudos, acesse:
www.qualconcurso.com.br
Melhore sempre
Embora ainda não tenha resistência para treinar forte, tenho me exercitado 6x por semana. Em duas semanas já deu para melhorar bastante. Perdi 4 kg e já consigo correr 5 km sem parar.
Ainda está muito longe da maratona, mas tenho tempo! É excelente ter metas menores. Agora que já consegui 5 km, vou focar em uma corrida de 10 km. Bem mais fácil do que mirar direto na maratona, pois as pequenas vitórias dão motivacão.
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| Circuito Corujão 5 km 33 min (27 set 2014) |
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| Corrida Bancorbrás 5 km 35 min (28 set 2014) |
Uma técnica de motivação muito eficiente para vencer grandes desafios é se imaginar vitorioso. Já pensou o que vai fazer com o seu generoso salário de servidor? Quando desanimar, faça planos para a sua nova vida! É revigorante.
Pois bem, me inscrevi na Maratona de Estocolmo, que ocorrerá em 30 de maio de 2015. Por que fazer isso tão cedo? Simples, para me motivar e evitar que eu desista. Sempre que acordo com preguiça, me imagino cruzando a linha de chegada do Estádio Olímpico.
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| Chegada da maratona de Estocolmo |
Quando comecei a estudar para concurso foi igual. Sonhava em ser Perito da Polícia Federal, mas me inscrevi para Agente. Com certeza, ter sido aprovado para Agente me deu forças para continuar estudando para Perito. Quando chegou o momento, já tinha a bagagem e a confiança para conquistar a minha vaga.
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Minha chance de aprovação é pequena. E agora?
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Higor Silva Rosa,
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10:53
Algumas pessoas possuem uma posição de relativo conforto no mundo dos concursos: possuem muito conhecimento, muita experiência, várias aprovações, mas nem todos tem essa “sorte”.
O caminho normal é começar mal. É a realidade... não podemos fingir!
O processo de aprender e evoluir é lento e trabalhoso, mas isso é tema para outro artigo. Hoje eu quero mostrar que quem tem uma pequena chance, na verdade pode ter MUITA, se for perseverante.
O resultado de um concurso envolve muita aleatoriedade. Nem por isso você deve deixar de estudar. Independentemente, quanto mais preparado, melhores as suas chances. Entretanto, essa incerteza opera tanto contra quanto a favor. Aí é que entra a persistência!
Suponha que você tenha apenas 10% de chance de aprovação em um determinado concurso. Não dá para dizer que somos favoritos à aprovação, mas nossa vaga está ali! Vendo o outro lado, nesse exemplo temos 90% de chance de insucesso.
Mas e se continuarmos tentando? Vamos supor aqui que a nossa chance não melhore, para sermos conservadores, porque a experiência normalmente faz as chances melhorarem. Se fizermos dois concursos ao invés de apenas um, qual é a nossa chance agora?
A chance de não passarmos em nenhum dos dois agora é 81%. Ou seja, a chance de aprovação é de 19%! E se fizermos 3, 4 ou 10? Veja a tabela abaixo:
A interpretação da tabela é a seguinte: quanto mais a direita, mais preparado é o candidato, ou seja, maior a sua chance em um único concurso. Quando mais para baixo, maior o número de concursos realizados. Quanto mais perto de 100% (verde), melhores a chance de aprovação.
E aí? Vai desistir na primeira dificuldade?
Ficou curioso?
Saiba em www.qualconcurso.com.br quais as suas chances de passar no concurso dos seus sonhos.
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Ranking do QualConcurso
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Higor Silva Rosa,
on
06:26
Façamos uma analogia entre um concursista e um doente. Imagine que você esteja doente. Tudo o que você deseja é a cura (ser aprovado). Naturalmente, quanto antes melhor!
O doente precisa de diagnóstico. Isso o QualConcurso oferece para o candidato. Dizemos as disciplinas em que ele está mais fraco. Mas isso é o que os exames médicos podem fazer pelo paciente. A grande pergunta é: “qual o melhor tratamento?”.
No caso do concursistas, as perguntas são várias:
• Quais são as melhores maneiras de aprender? (livro, pdf., vídeo, exercícios, aula presencial)
• Quais são os melhores professores?
• Quais são os melhores cursinhos?
Nesse contexto, criamos o Ranking do QualConcurso. Nós medimos, com base nos dados transmitidos pelos próprios usuários do site, o que leva o candidato ao serviço público à aprovação da forma mais eficiente e eficaz. Ou seja, quais métodos de estudo, orientadores, instituições, entre outros fatores, refletem melhorias, da forma mais ágil, no desempenho (mensurado nos simulados) de quem utiliza o Qual Concurso.
A abordagem é 100% quantitativa! Nenhum professor, site especializado ou cursinho será beneficiado. Não haverá votação ou qualquer outro critério subjetivo. A lisura do Ranking poderá ser atestada por auditoria independente.
A corrida vai começar. O vencedor será sempre o aluno, que terá acesso aos materiais mais competitivos na sua jornada.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
O seu futuro só depende de você
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Higor Silva Rosa,
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06:37
Estudar para concurso público implica mais do que vontade de vencer. É necessário planejar, para cumprir cada meta com afinco; ter disciplina, para manter o ritmo, mesmo quando o cansaço começa a tomar conta da mente e do corpo; e buscar motivação, para não esmorecer ante as dificuldades que surgem no caminho. Afinal, o maior adversário de cada aspirante a uma vaga no serviço público é ele mesmo, que vai ser cobrado pela própria consciência ao ver os amigos da iniciativa privada galgando novos e melhores cargos ou colegas da mesma empreitada conquistando o tão sonhado lugar na carreira pública. Tudo isso, enquanto o tempo passa e a incerteza começa a querer atacar como um convite à desistência.
É imprescindível saber que a vida não termina quando se começa a batalhar por uma carreira pública. Ao contrário, começa-se a traçar novos rumos, com novas e melhores perspectivas. Então vamos lá! Cumpra as metas estabelecidas, aprenda com os seus erros, abdique do convite tentador de hoje para aproveitar com gosto o que planejou para amanhã, mesmo que o “amanhã” não esteja tão perto quanto você deseja.
Respeite o seu tempo e obedeça os seus planos de estudos rigorosamente. Assim, a vitória certamente virá!
A hora é agora. Não adie mais o seu sonho por achar que milhões de pessoas querem o mesmo que você. Se você fizer a sua parte, será invencível.
Acesse:
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Níveis parecidos, recomendações diversas - estudo de caso: Polícia Federal
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Higor Silva Rosa,
on
04:37
Neste artigo mostraremos que candidatos com níveis parecidos de conhecimento podem ter recomendações diversas quanto à Qual Concurso tentar. Analisamos o caso de nove alunos, intitulados de A a I, que pretendem ingressar na Polícia Federal, mas não sabem em qual cargo teriam mais chance. As carreiras consideradas foram a de Agente, Escrivão, Delegado e Papiloscopista.
A primeira parte do trabalho consistiu em checar quais são as disciplinas relevantes nesses cargos. Pelo número e peso das questões, montamos a tabela abaixo. Assim, temos que essas 22 matérias contêm todos os quatro editais em análise.
Proporção de questões das diferentes disciplinas cobradas em cada uma das carreiras
Depois, avaliamos o conhecimento dos nove candidatos por meio de simulados. Para uma avaliação completa, cada concursando realizou uma prova de cada matéria. Os resultados estão na tabela padronizada abaixo (normalizada com média zero e desvio-padrão um). Para interpretar os resultados, o raciocínio é o seguinte: quanto maior o número, maior o conhecimento naquela matéria. O resultado 2,00 - por exemplo - indica que o candidato está entre os 2,5% melhores. Já resultados negativos, indicam que o concursista está abaixo da média na disciplina.
Nível de conhecimento dos candidatos em cada uma das 22 disciplinas
Repare que, na média, o conhecimento dos alunos não é muito diferente. Todos estão próximos de um desvio-padrão da média. O que indica que são candidatos entre os 15% melhores. Entretanto o conhecimento de cada um deles nas matérias é bem diverso. Esse conhecimento médio é irrelevante para estimar o sucesso nos concursos. Precisamos saber especificamente o conhecimento em cada um desses concursos. É isso que a tabela abaixo apresenta.
Nível de conhecimento dos candidatos em cada um dos concursos
Então, como conhecemos a habilidade de cada candidato em cada concurso, estimamos o seu desempenho nos quatro certames. Esses resultados são cruzados com os resultados reais dos aprovados, assim temos uma estimativa de como eles se sairiam nas provas reais. Então sabemos as suas chances de estarem aprovados em todos eles!
Probabilidade de aprovação em cada um dos concursos
O resultado deve ser avaliado para cada candidato (coluna). Quanto mais verde, maior a chance de aprovação. Assim, o candidato A deve optar pela carreira de Papiloscopista, pois é nela que possui maior chance de aprovação (16,9%). O candidato B para Delegado, e assim sucessivamente.
Todos esses cálculos envolvem modelos estatísticos complexos. Entretanto, essa não é a sua preocupação. Tudo que você precisa fazer é estudar (muito!) e fazer os simulados. Nós te damos a direção certa mostramos a sua evolução até a a aprovação.
O melhor é que o Qual Concurso não te avalia apenas em quatro carreiras. Nós temos mais de 1000 carreiras em nosso banco de dados. Com apenas poucos simulados, estimamos o seu desempenho em todos eles. Você descobrirá que tem chance em concursos que nem mesmo sabia da existência!
O que você está esperando?
Cadastre-se em www.qualconcurso.com.br, e seja um dos primeiros a utilizar a ferramenta. O lançamento está próximo!
domingo, 5 de janeiro de 2014
Seja bem-vindo ao QualConcurso
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Higor Silva Rosa,
on
10:59
Você estuda para mais de um concurso e tem dúvida sobre qual deles merece mais atenção e mais foco? O Qual Concurso vai te ajudar! A ideia é simples: aqui, você pode fazer simulados de várias matérias e, com base nos seus resultados, calculamos como você se sairia em diversos certames. Assim, você saberá em qual carreira tem a maior probabilidade de aprovação. Ou seja, é como simular a aprovação para todos os concursos ao mesmo tempo!
Os simulados contêm questões das diversas matérias presentes nos concursos. Nosso banco de dados tem mais de 300 mil questões de mais 200 matérias! Com simulados em Português, Direito Constitucional e Administrativo, Raciocínio Lógico e Informática, por exemplo, já é possível prever com bastante precisão o seu resultado.
Mas como saber se as perguntas são adequadas para o meu nível de conhecimento? O QualConcurso se adapta ao candidato. Quando você erra uma pergunta, o sistema envia uma questão mais fácil. Se acerta, uma questão mais difícil é oferecida. É a melhor forma de monitorar o seu desempenho e melhorar seus pontos fracos. Se várias carreiras te atraem, você saberá em quais delas tem mais chance e poderá se dedicar àquelas em que se sai melhor.
Acesse: www.qualconcurso.com.br
O que o QualConcurso faz por você
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Higor Silva Rosa,
on
10:27
O objetivo do QualConcurso é oferecer ao concursando uma ferramenta que subsidie o processo de escolha de qual carreira aplicar, e depois, ajudá-lo a concretizar esse objetivo. Indiretamente, este mesmo produto proporcionará ao usuário um acompanhamento da probabilidade de passar no concurso escolhido, bem como um direcionamento das matérias a estudar. Resumidamente, a proposta é responder as seguintes perguntas:
- Qual concurso devo fazer?
- Como a minha chance de passar está variando no tempo?
- O que eu devo estudar?
Para saber QualConcurso fazer, é preciso saber aquele em que temos se tem mais chances de aprovação. Isso exige que saibamos o quão bons somos nas matérias cobradas nos concursos. Para acessar essas proficiências, o QualConcurso realiza simulados.
Os simulados contêm questões das diversas matérias presentes nos concursos. Nosso banco de dados tem mais de 300 mil questões de mais 200 matérias. Mas com poucos simulados (Português, Direito Constitucional e Administrativo, Raciocínio Lógico e Informática, por exemplo) já é possível prever com bastante precisão o resultado do concursista.
O legal é que os simulados são adaptativos, ou seja, eles se adéquam ao nível de conhecimento do aluno. Quando você erra a pergunta, o sistema envia uma questão mais fácil, se acerta, ocorre o oposto, uma questão mais difícil é oferecida. Então cada um resolve um simulado diferente, especialmente desenhado para ele!
Uma vez calculada a probabilidade de passar em um determinado concurso, eu consigo responder, ao longo do tempo, como essa probabilidade varia. Isso responde a segunda pergunta. E qual o valor disso?
Imagine que você está se preparando para um certame. Você sabe que as carreiras top normalmente exigem anos de preparação. Você não estaria interessado em acessar objetivamente quão próximo você está chegando do seu objetivo? Esse tipo de ferramenta serve indiretamente para você avaliar seu processo de aprendizagem. Suponha que você esteja fraco em Português e resolve comprar uma gramática. Após 1 mês estudando você pode refazer um simulado de português e o sistema te retorna o quanto você melhorou (ou não) na matéria. O mesmo raciocínio serve para o cliente avaliar objetivamente cursinhos, métodos de estudo, etc.
Como nos mensuramos relativamente o desempenho por matéria e sabemos o peso de cada matéria, outro output é um plano de estudos, com a proporção “ótima de cada matéria”. Isso responde a terceira pergunta “o que estudar?”.
Parece mágica, não é? Mas é ciência pura!
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